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Cera de Cana-de-Açucar (Saccharum officinarum L.) na Formulação de um Brilho Labial a Partir de Extração Simples e por Bioetanol

DOI: http://dx.doi.org/10.15871/1517-8595/rbpa.v14n4p389-396

http://rbpaonline.com/

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Meilingui L. Oldoni1, Andréia D. Rosa2 & Mário L. Teixeira3

 

Resumo: As ceras podem ser classificadas em: naturais, animais ou sintéticas, onde estão contidas em diversos produtos cosméticos, como o brilho labial, que é considerado um símbolo da sensualidade feminina, ocupando o primeiro lugar na preferência delas. No entanto, na fabricação deste, são utilizados compostos sintéticos que poderiam ser substituídos por materiais vegetais, como a cera de cana-de-açúcar, uma vez que a cera está concentrada na torta de filtro, sendo uma opção tecnológica à um produto utilizado como fertilizante. Assim, objetivou-se agregar valor a um subproduto da indústria sucroalcooleira, empregando-o como substituinte natural ao material sintético (a vaselina líquida e sólida) utilizando uma metodologia “controle” cedida por uma farmácia de manipulação. Foram preparadas três formulações distintas, onde F1 foi o controle; F2 substituiu a vaselina líquida pela cera obtida por extração simples e o aromatizante artificial de morango por açaí em pó natural e F3 substituindo a vaselina sólida e líquida por cera bruta extraída da torta de filtro com biotetanol e aromatizante alimentício de morango. Foram avaliados os parâmetros físico-químicos (pH, umidade e cinzas) e sensorial (aparência e odor). O pH das amostras de brilho labial não variou, permanecendo a 5,5. F2 apresentou o maior teor médio de umidade na ordem de 3,7%. O índice de cinzas foi mais significante na formulação F3, com 1,6 % de matéria inorgânica. Já na análise sensorial, foram avaliados de maneira quantitativa pelo teste Tukey 5% de significância por meio do programa SAS. A maior aceitabilidade na análise sensorial foi com a formulação controle, indicando que são necessários tratamentos posteriores à extração a fim de adequá-la para redução de umidade, caracterização dos componentes das cinzas e atribuição de parâmetros organolépticos desejáveis.

Palavras-chave: antioxidante, torta de filtro, vaselina

 

Abstract: The ceramides can be classified as: vegetal, animal or synthetic, which are contained in many cosmetic products like lip gloss, which is considered a symbol of female sensuality, ranking first in their preference. However in its production are used synthetic compounds that could be replaced by plant materials such as wax, sugar cane, since the wax is concentrated in the filter cake and that can be a technology option to a product that is used as a fertilizer. Thus the objective was to add value to a by-product of sugar industry employing it as a substitute natural to the synthetic material (vaseline) using a methodology "control" courtesy of a compounding pharmacy. Three different formulations were prepared, which was the control F1, F2 replaced by liquid petrolatum wax obtained by simple extraction and artificial strawberry flavoring by natural “açaí” powder and F3 replacing petroleum jelly and liquid wax extracted from crude filter cake with biotetanol and strawberry flavoring food. We evaluated the physical and chemical parameters (pH, humidity and ash) and sensory analysis (appearance and smell). The pH of the samples of lip gloss did not change, remaining at 5.5. F2 had the highest average content of humidity in the order of 3.7%. The ash content was more significant in the F3 formulation with 1.6% of inorganic matter. In the sensory analysis, were assessed quantitatively by Tukey test 5% significance level using the SAS program. The greater acceptability in the sensory analysis was with the control formulation, indicating that they needed further treatment to extraction in order to adapt it to reduce humidity, ash characterization of components and assignment of desirable organoleptic parameters.

Key words: antioxidant, filter cake, vaseline

 

1 Curso de graduação em Tecnologia de Biocombustíveis. Faculdade de Tecnologia de São Paulo – Piracicaba - 13414-141 - Piracicaba - SP - Brasil. E-mail: cnazato@gmail.com; suellen_ferraz@yahoo.com.br; mnharder@terra.com.br
2 Departamento de Ecotoxicologia. Centro de Energia Nuclear na Agricultura – Piracicaba - 13400-970 – Piracicaba – SP – Brasil. E-mail: franz-cena.usp@hotmail.com; nhtorres@cena.usp.br