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Motivation for Therapy: An Important Ingredient to Change?

DOI: http://dx.doi.org/10.18256/2175-5027/psico-imed.v4n1p640-648

https://seer.imed.edu.br/index.php/revistapsico/index 

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Luísa Soares1, Filipa Oliveira1, Marina S. Lemos2, Carla V. Lucas1, Luís Botella3 & Sergi Corbella3

  

Abstract: We analyse the levels of motivation for therapy, as well as explore if there are significant differences between the group of clients who drop-out from therapy and those who continue. Is there a relation between the different dimensions of motivation and the way the client perceive the therapeutic environment? 39 dyads of therapist and clients from Portugal participated. The Client motivation for therapy scale, adapted from Pelletier, Tucson and Haddad (1997) and the modified HCCQ from Williams, McGregor, King, Nelson and Glasgow (2005) were administered to the clients in 1st, 3rd, 5th and 8th session. Significant differences in the intrinsic motivation and amotivation dimension and no significant differences were found, between those who give up/continue psychotherapy (p>.05). Nevertheless it was found a positive significant correlation (rs=.467) between the level of perception of the therapeutic environment and integrated motivation, as well as a negative correlation with amotivation (rs=.521), that is to say, the better the perception of the therapeutic environment, more motivated they are for therapy.

Key words: motivation, psychotherapy, clients, therapeutic environment.

 

Resumo: Analisa-se os níveis de motivação para a terapia, bem como explora-se se há diferenças significativas entre o grupo de clientes que desiste e os que continuam. Procura-se uma relação entre as diferentes dimensões da motivação e da forma como o cliente percebe o ambiente terapêutico. Participaram 39 díades de terapeutas e clientes de Portugal. O Questionário de motivação do cliente para a terapia, adaptado de Pelletier, Tucson e Haddad (1997) e o Questionário modificado do ambiente terapêutico de Williams, McGregor, King, Nelson e Glasgow (2005) foram administrados aos clientes na 1ª, 3ª, 5ª e 8ª sessão. Encontraram-se diferenças significativas na motivação intrínseca e na dimensão de amotivação e não foram encontradas diferenças entre aqueles que desistem/continuam psicoterapia (p> 0,05). No entanto, verificou-se uma correlação positiva (r = 0,467) entre a percepção do ambiente terapêutico e a motivação integrada, bem como a existência de uma correlação negativa com a dimensão da amotivação (rs = 0,521), ou seja quanto melhor a percepção do ambiente terapeutico, maior é a motivação do cliente para a terapia.

Palavras-chave: psicoterapia, motivação, clientes, ambiente terapêutico.

 

1 University of Madeira - Portugal
2 University of Porto - Portugal
3 University of Ramon LLull - Espanha

 

Literatura Citada

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