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Characterization of Fungal Isolates from Pycnidia and Pseudothecia from Lesions of Phaeosphaeria Leaf Spot in Maize

DOI: http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v1n3p30-37

http://rbms.cnpms.embrapa.br/index.php/ojs/index 

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Eliane P. Cervelatti1, Edilson Paiva2, Walter F. Meirelles2, Carlos R. Casela2, Fernando T. Fernandes2, Flávia F. Teixeira2 & Luzia D. Paccola-Meirelles1

 

Abstract: Phaeosphaeria leaf spot, a maize disease of occurrence in Brazil, can reduce the grains production of susceptible cultivars up to 60%. The causal agent of the disease was described on the basis of visual descriptions of sexual and asexual reproductive structures (pseudothecia and pycnidia) found in the lesions, and identified as being the fungus Phaeosphaeria maydis, imperfect form Phyllosticta sp. However, the isolation of this fungus is difficult and its inoculation in maize plants under controlled conditions, has not been successful in the reproduction of the symptoms. In this work, isolates obtained from pycnidia and pseudothecia present in foliar lesions were compared using isoenzymatic (α and β esterases) and RAPD patterns, in order to determine whether these two states belong to the same etiological agent. These techniques clearly distinguished between isolates from pycnidia and pseudothecia, indicating that these structures belong to distinct fungal species, and not to the anamorphic and teleomorphic states of the same agent, as previously suggested. Based on morphological characteristics, the isolate from pycnidia was classified as Phoma tropica, an opportunistic fungus that colonizes pre-established lesions, and not as a Phyllosticta sp. as described initially.

Key words: Zea mays, Phaeosphaeria maydis, Phyllosticta, isozymes, RAPD analysis

 

Resumo: A doença foliar descrita no Brasil como sendo mancha por phaeosphaeria em milho pode reduzir a produção de grãos em até 60%, quando se utilizam cultivares suscetíveis. O agente causal da doença foi descrito a partir de observações visuais de estruturas reprodutivas sexuadas e assexuadas (pseudotécios e picnídios) encontradas no interior das lesões, e identificado como sendo o fungo Phaeosphaeria maydis, forma imperfeita Phyllosticta sp. No entanto, esse fungo é de difícil isolamento e sua inoculação em plantas de milho, sob condições controladas, não tem apresentado sucesso na reprodução dos sintomas. Isolados obtidos a partir de picnídios e pseudotécios presentes nas lesões foram comparados através do padrão isoenzimático (α e β esterases) e RAPD, visando determinar se esses dois estados são realmente pertencentes ao mesmo agente etiológico. Os resultados obtidos permitiram a separação dos isolados oriundos de picnídios daqueles oriundos de pseudotécios em grupos bem distintos, indicando que essas estruturas pertencem a espécies fúngicas distintas, e não ao estado anamórfico e teleomórfico do mesmo agente, como vem sendo atribuído. A partir da classificação baseada em caracteres morfológicos, o fungo isolado de picnídios foi identificado como Phoma tropica, um fungo oportunista colonizador de lesões preestabelecidas, e não Phyllosticta sp como descrito inicialmente.

Palavras-chave: Zea mays, Phaeosphaeria maydis, Phyllosticta, isoenzimas, RAPD

 

1 Departamento de Biologia Geral, Universidade Estadual de Londrina. Caixa Postal 6001, CEP. 86051-990 Londrina, PR. E-mail: paccola@uel.br (autor para correspondência)
2 Pequisadores, Embrapa Milho e Sorgo. Caixa Postal 151, CEP. 35701-970 Sete Lagoas, MG.

 

Literatura Citada

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