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A Constituição da Vontade e a Questão do Livro Didático: Elementos Críticos para o Ensino

DOI: http://dx.doi.org/10.18788/2237-1451/rle.v3n7p134-149

http://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/rle 

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Diógenes G. M. Silva

 

Resumo: O artigo tem como objetivo o enfoque sobre a estrutura e o conteúdo que estão presentes nos livros didáticos no Brasil. Para completar essa finalidade, convidamos três pensadores, a saber, Émile Chartier, David Hume e Umberto Eco, que farão o trajeto elucidativo e conceitual sobre a vontade, com o intuito de corroborar a especificidade proposta neste ensaio. Na primeira passagem do texto, destaca-se a contribuição do manifesto de Émile Chartier sobre a condição de possibilidade do trabalho e da vontade como pressupostos imprescindíveis para o exercício intelectual do educando. Em seguida, contextualiza-se o conceito de vontade segundo David Hume, com o foco no trabalho intelectual, cujo intuito é alcançar o valor da liberdade como ponto de apoio que permite o despertar da vontade do aprendizado pela própria impressão interna que propicia o aprimoramento da percepção da mente. Em ambos os autores é possível perceber que esse despertar da vontade permite o desenvolvimento da autonomia para a criança. No entanto, percebe-se que os fatores que ajudam a elaboração desse processo (e que são pontualmente destacados por esses dois pensadores), podem ser engolfados por detalhes incidentes na superfície desse labor intelectual, de maneira a aniquilar as possibilidades do alcance dessa autonomia. Um bom exemplo desses detalhes se mostra (em boa parte) na estrutura dos livros didáticos programados no Brasil. E é assim que Umberto Eco acrescenta o último elemento importante para essa análise, que por fim, assinala o foco central desse trabalho como contribuição crítica para o ensino.

Palavras-chave: Trabalho intelectual, Despertar da vontade, Livro didático, Autonomia.

 

Resumem: El artículo tiene como objetivo centrarse en la estructura y el contenido que están presentes en los libros de didácticos en el Brasil. Para alcanzar este objetivo invitó a tres pensadores, Émile Chartier , David Hume y Umberto Eco, que me posibilitarán de manera simple y conceptual acercarme al concepto de voluntad, con el fin de apoyar la propuesta concreta en este ensayo. En un primer momento del texto, se destaca la contribución de manifiesto de Émile Chartier sobre la condición de posibilidad del trabajo y de la voluntad como presupuestos esenciales para el ejercicio intelectual del estudiante.Posteriormente se contextualiza el concepto de voluntad de acuerdo con David Hume, con un enfoque en el trabajo intelectual , que tiene como objetivo lograr el valor de la libertad como un punto de apoyo que permite el despertar de la voluntad de aprender por su propia impresión interna que proporciona la mejora de la percepción de la mente. En ambos autores se puede ver que este despertar permitirá el desarrollo de la autonomía del niño. Sin embargo , está claro que los factores que contribuyen al desarrollo de este proceso ( y, ocasionalmente, se destacan por estos dos pensadores ) , pueden sentirse abrumados por los detalles de la superficie incidente de este trabajo intelectual , con el fin de destruir las posibilidades de lograr esta autonomía . Se muestra un buen ejemplo de eses detalles se muestra (en gran parte) en la estructura de los libros de texto programados en Brasil. Y es así, que Umberto Eco añade el último elemento importante para este análisis, que en última instancia, señala el foco central de este trabajo como contribución esencial a la enseñanza.

Palabras clave: Trabajo intelectual. Despertar de la voluntad. Libro de didáctico, Autonomía

 

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