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From Coordination to Collaboration: Explaining International Disputes Over Tariff Classification

DOI: http://dx.doi.org/10.18836/2178-0587/ealr.v3n1p95-108

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José G. M. Caiado1

 

Resumo: Será que Estados utilizam mudanças nas classificações tarifárias como forma de se desviarem de seus compromissos comerciais? Este artigo pretende discutir algumas das implicações do sistema corrente de classificação de mercadorias sobre o comportamento dos Estados. Pelas disputas atuais, parece que apenas os aspectos técnicos dos bens não explicam as controvérsias em torno da classificação. Ao aplicar o individualismo metodológico, defendemos que a classificação das mercadorias, que poderia ser descrita como um jogo de coordenação inicialmente, é alterada pela introdução de acordos comerciais e pode ser melhor caracterizada como um jogo de colaboração. Conclui-se que a classificação torna-se uma ferramenta que permite aos Estados se desviarem de forma oportunista das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). Concluímos então, levantando algumas questões sobre a forma como o sistema atual lida com o comportamento oportunista e se a existência de dois mecanismos de resolução de litígios, um na Organização Mundial das Alfândegas e outro na OMC, é adequada.

Palavras-chave: Classificação Tarifária; OMC; OMA; Sistema de Codificação e de Descrição de Comodities Harmonizada.

 

Abstract: Are changes in tariff classification of goods used by States to deviate from their trade commitments? This article intends to discuss some of the implications of the current system of classification of goods on States´ behavior. From current disputes, it seems that technical aspects of goods cannot alone explain the controversies surrounding classification. By applying methodological individualism, we argue that the classification of goods, which could initially be described as a coordination game, is changed by the introduction of trade agreements and can be then better characterized as a collaboration game. It follows that classification becomes a tool that allow States to opportunistically deviate from the World Trade Organization (WTO) rules. We then conclude by raising some questions on how the current system deals with opportunistic behavior, and whether the existence of two dispute settlement mechanisms, the one at the World Customs Organization and the one at the WTO, is adequate.

Key words: Tariff Classification; WTO; WCO; Harmonized Commodity Description and Coding System.

 

1 University of Hamburg. E-mail:josegmcaiado@gmail.com.

 

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