Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

O Que Procuram as (Pequenas) Empresas na Academia? O Caso da Região Centro de Portugal

DOI: http://dx.doi.org/10.18256/2359-3539/reit-imed.v1n2p10-19

https://seer.imed.edu.br/index.php/revistasi/index 

downloadpdf

Carlos Rodrigues1

  

Resumo: As organizações do ensino superior são uma fonte importante de recursos para aumentar a capacidade de inovação das empresas na economia do conhecimento. Neste contexto, a relação entre as esferas académica e industrial tem sido objeto privilegiado de políticas de desenvolvimento e de estratégias institucionais, as quais tendem a espelhar uma visão simplista da interação entre os dois meios. Os contatos entre academia e empresas revestem-se de grande complexidade, não sendo iniciados de forma espontânea. O presente artigo versa esta complexidade, abordando a questão num contexto tecnologicamente menos avançado, o da região Centro de Portugal, e tentando saber mais sobre aquilo que as empresas procuram nas organizações do ensino superior. Para o efeito, a investigação recorre a fontes de informação estatística sobre a região em análise, focando em particular as vertentes da ciência, tecnologia e inovação, e a dados referentes ao acesso a uma plataforma de pesquisa de competências e serviços disponibilizada online pela Universidade de Aveiro. O artigo conclui que as empresas de menor dimensão, em regiões menos avançadas, tendem a olhar para as universidades como prestadores de serviços destinados à resolução de problemas de curto prazo e não como fontes de conhecimento e inovação.

Palavras-chave: .Inovação, Território, Relações academia-indústria

 

Abstract: Higher education organizations are an important source of inputs directed at fostering the innovation capacity of firms operating in the knowledge economy. In this context, the connections between the academic and industrial spheres have been a privileged focus of development policies and institutional strategies. However, these tend to reflect a simplistic view of the interaction between the two spheres. Contacts between academia and companies are complex and cannot be spontaneously ignited. This article deals with this complexity, addressing the issue in the context of a technologically less advanced territory, the central region of Portugal, and trying to know more about which kind of inputs do firms search in higher education. Accordingly, the research draws on statistical information about the studied region, focusing in particular on aspects of science, technology and innovation, as well as on access statistics concerning the use of an online platform provided by the University of Aveiro and directed at the search of competences and services that can be supplied to firms. The article concludes that smaller firms, namely those operating in less developed regions, tend to look at universities as service providers for short-term problem-solving, rather than sources of knowledge and innovation.

Key words: Innovation, Territory, academia-industry relations

 

1 Docente no Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território, Universidade de Aveiro E-mail: <cjose@ua.pt>;.

 

Literatura Citada

Abramo, G. & D’Angelo, A. (2009). The alignment of public research supply and industry demand for effective technology transfer: the case of Italy. Science and Public Policy. Vol. 36(1), 2–14.

Bercowitz J. & Feldmann M., (2006). Entpreprenerial Universities and Technology Transfer: A Conceptual Framework for Understanding Knowledge-Based Economic Development. Journal of Technology Transfer, Vol. 31, 175–188.

Chua C.K., Leong, K.F., & Lim C.S. (2010). Rapid prototyping: principles and applications. Singapura: World Scientific Publishing.

Chung, F, & Smith, D. (2000) (eds.). Industrial Applications of X-Ray Diffraction. New York: Marcel Dekker, Inc..

DGEEC-MEC (2014a). Statistical summary IPCTN2012, Lisboa: Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência, Ministério da Educação e Ciência. (http://www.dgeec.mec.pt/np4/206/)

DGEEC-MEC (2014b). Sumários estatísticos CIS 2012: Inquérito Comunitário à Inovação. Lisboa: Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência, Ministério da Educação e Ciência.

MEC (2011). As empresas e instituições hospitalares com mais despesa em actividades de I&D em 2009 Portugal. Lisboa: Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais, Ministério da Educação e Ciência.

Parvan, S.V. (2007). Community Innovation Statistics: Weak link between innovative enterprises and publicresearch institutes/universities. Bruxelas: European Communities.

Prevéy, P. (1996). Current applications of X-ray diffraction residual stress measurements. In (eds.) Vander Voort G. & Friel J., Developments in Materials Characterization Technologies. Materials Parks, Ohio: ASM International.

Robson, S., & Kenchatt, M. (2010). First findings from the UK Innovation Survey 2009. Londres: UK Office for National Statistics.

Rodrigues, C. &, Melo, A.I. (2012). The Triple Helix Model as an instrument of local response to the economic crisis. European Planning Studies, Vol. 20 (9), 1483-1496

Rodrigues, C., & Melo, A.I. (2013). The Triple Helix Model as inspiration for local development policies: an experience-based perspective. InternationalJournal or Urban and Regional Research, Vol. 37 (5), 1675-1687.

Santarelli, E., & Sterlacchini, A. (1990). Innovation, formal vs. informal R&D, and firm size: Some evidence from Italian manufacturing firms. Small Business Economics, Vol. 2(3), 223-228.

Tödtling, F., Lehner, F., Kaufmann, A. (2009). Do different types of innovation rely on specific kinds of knowledge interactions?. Technovation, Vol. 29, 59–71.

UAVR (2011). Relatório de Gestão e Contas 2010, Aveiro: Universidade de Aveiro.

Workman, J., & Springsteen A. (1998). Applied Spectroscopy: a compact reference for practitioners. San Diego: Academic Press.