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Usar ou Não a Equação de Estimativa (220 – Idade)?

 

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Fernando B. Policarpo1 & J. Fernandes Filho2

 

Resumo: A aplicabilidade das equações de estimativa da freqüência cardíaca máxima (FCmáx) se tornou ponto de discussão nos últimos anos, mas um dos pontos que foi levantado estaria relacionado à autoria da equação (220 – idade). Esse fato tem provocado um questionamento quanto ao princípio ético que envolve a citação de trabalhos. No caso, a referida equação é referenciada como sendo de autoria de Karvonen et al (8). Nossa surpresa ao adquirir o referido estudo foi que não havia qualquer menção sobre a equação (220 – idade). Na realidade, encontramos vários autores para esta fórmula na literatura. Um outro ponto que vem sendo questionado nos estudos é a sua eficácia em determinar a FCmáx para as diferentes idades. Na maioria das pesquisas constatou-se uma tendência em superestimar a FCmáx de indivíduos jovens e de subestimar em indivíduos idosos. Esses pontos levantados não são motivos de preocupação, pois a verdadeira filosofia da ciência é a quebra de paradigmas e renovação dos conhecimentos, o que nos preocupa é o fato de ouvirmos afirmações extremistas. Em nossa opinião, é necessária uma sistematização no estudo de todas as equações de estimativa antes de tomar algum posicionamento extremista.

Palavras-chave: equações de estimativa; freqüência cardíaca; freqüência cardíaca máxima; ética

 

Abstract: The applicability of the equations to estimate maximal heart rate (HRmax) became discussion point in the last years, and one of the points raised is related to the authorship of the equation (220 - age). This fact has provoked a questioning about the ethical principle that involves works’ citation. In this case, the related equation is from Karvonen et al (8), our surprise was when, acquiring this study, we realized that it did not have any mention of the equation (220 - age). Actually, we found some authors for this formula in literature. Another point that is being questioned in the studies, is the effectiveness in determining the HRmax for different ages. Most of the researches evidenced a tendency to overestimate the HRmax of younger individuals and underestimate the HRmax of older individuals. These raised points are not reason for concern, because the true philosophy of science is to break paradigms in addition to knowledge renewal, what worries is the extreme affirmations we have been hearing. In our opinion, it is necessary a systematization of studies of all the estimative equations, before taking extreme positions.

Key words: estimative equations; cardiac frequency; maximum heart rate; ethics.

 

1 Prof. MSc. do Curso de Educação Física de Universidade Católica de Brasília – UCB/DF.
2 Prof. Dr. do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Castelo Branco do Rio de Janeiro – UCB/RJ.