Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Análise dos Sistemas de Trabalho de Alto Envolvimento (S.T.A.E) no Contexto dos Movimentos Sociais no Brasil

DOI: http://dx.doi.org/10.15601/1983-7631/rt.v8n15p122-137

http://www3.izabelahendrix.edu.br/ojs/index.php/tec 

downloadpdf

Denilson A. L. Freire1 & Patrícia M. Muritiba2

 

Resumo: O objetivo desse artigo foi analisar as práticas de Sistemas de Trabalho de Alto Envolvimento proposta por Ciavarelha (2003) no contexto Brasileiro. Para isso foram pesquisados 99 militantes do Movimento Sem Terra no Brasil. A pesquisa revelou que, tanto as variáveis que compõe a escala, quanto a escala como um todo, possuíram KMO superiores a 0,786 e Alpha de Crombach superiores a 0.881, demonstrando sua adequação. Os resultados indicaram maiores índices de percepção de STAE: entre as mulheres; os que têm mais de 40 anos e os com mais de 10 anos de atuação dentro do movimento.

Palavras-chave: Sistemas de Trabalho de Alto Envolvimento; Movimento Sem Terra; Movimentos Sociais.

 

Abstract: The aim of this study was to analyze the practices of High Involvement Work Systems proposed by Ciavarelha (2003) in the Brazilian context. For that they were surveyed 99 Movement militant Landless in Brazil. The survey revealed that both the variables that make up the scale, the scale as a whole, KMO possessed more than 0.786 and Alpha of Crombach greater than 0.881, demonstrating their suitability. The results indicated higher levels of perceived STAE: among women; those over 40 and those over 10 years of experience within the movement.

Key words: High Involvement Work Systems; Landless Movement; Social movements.

 

1 Doutor em Administração, mestre em Administração, especialista em Educação Tecnológica, MBA em Gestão de Negócios e Graduado em Administração. Docente da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). denilson.freire@hotmail.com
2 Pós-doutora em Administração pela Columbia University / New York. Doutora em Administração de Empresas pela USP, doutorado-sanduíche na Virginia Tech University (EUA). Mestre em Administração de Empresas pela USP. Bacharel em Administração de Empresas pela USP. Professora titular das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) no Programa de Mestrado Profissional em Administração - Governança Corporativa e no Programa de Mestrado Stricto Sensu em Administração. pmorilha@gmail.com

 

Literatura Citada

BORGES, J. L. Bases históricas do cooperativismo no MST. Revista Fatos & Versões, v. 2, n. 3, p. 157-173, 2010. Disponível em: <revista.catolicaonline.com.br:81/revistadigital/index.php/.../article/.../143>. Acesso: 24 de nov. 2014.

CIAVARELLA, M. A. The adoption of high-involvement practices and processes in emergent and developing firms: A descriptive and prescriptive approach. Human Resource Management, v. 42, n. 4, p. 337-356, 2003. Disponível em: <http://doi.wiley.com/10.1002/hrm.10094>. Acesso em: 23 set. 2011.

DOODY, S.-JANE P. High-Involvement Work Systems : Their Effect on Employee Turnover and Organisational Performance in New Zealand Organisations. Lincoln University - Thesis Doctoral, 2007. Disponível em: < http://www.researchgate.net/profile/Sarah-jane_Doody>. Acesso em: 11 nov. 2014.

EDWARDS, P.; WRIGHT, M. High-involvement work systems and performance outcomes: the strength of variable, contingent and context-bound relationships. The International Journal of Human Resource Management, v. 12, n. 4, 2001.

FELSTEAD, A.; GALLIE, D. For better or worse? Non-standard jobs and high involvement work systems. The International Journal of Human Resource Management, v. 15, n. 7, 2004. Disponível em: < http://www.skope.ox.ac.uk/wordpress/wp-content/uploads/2014/04/SKOPEWP29.pdf> Acesso em: 02 mai. 2015.

HARMON, J.; SCOTTI, D. J.; BEHSON, S. et al. Effects of High-Involvement Work Systems on Employee Satisfaction and Service Costs in Veterans Healthcare. Journal of healthcare management, v. 48, n. 6, p. 393-406, 2003. Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14671948>. Acesso em 12 abr. 2013.

LAWLER, E. E. Strategic pay: Aligning or- ganizational strategies and pay systems. San Francisco: Jossey-Bass, 1990.

LAWLER, E. E.; MOHRMAN, S. A.; LEDFORD, G. E. J. Creating high performance organizations. San Francisco: Jossey-Bass, 1995.

LEVIN, J. Estatística Aplicaça à Ciências Humanas. 2. ed. ed. São Paulo: Harbra, 1987.

LLOYD, C.; PAYNE, J. The Only Show in Town (If a Pretty Pathetic one at that): Re-Evaluatin the High-Performance Workplace as a Vehicle for the Uk high skills Project. International Labour Process. 2004. Amsterdam.

ROCHA, R. S. Changing the (im)balance of power: high-performance work systems in Brazil. Employee Relations, v. 32, n. 1, p. 74-88, 2010. Disponível em: <http://www.emeraldinsight.com/10.1108/01425451011002770>. Acesso em: 20/6/2011.

ROTTER, E. A. C. Sistemas de Trabalho de Alta Performance: Um Estudo Comparativo entre Dois Esquadrões da Força Aérea Brasileira. Tese de Mestrado (USP), 2010.