Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Avaliação Microbiológica e Físico-Química da Água para Consumo Humano do Município de Itaperuna/RJ

DOI: http://dx.doi.org/10.19180/2177-4560.v8n214-03

http://www.essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/boletim 

downloadpdf

Clodoaldo F. T. Tardocchi1, Lucas M. B. Zullo2, Natália O. Cabral3 & Anne M. Souza4

 

Resumo: Conforme estabelecido pela Portaria nº 2.914 do Ministério da Saúde, a água para consumo humano deve seguir padrões de qualidade específicos. Foram realizadas análises microbiológicas e físico-químicas de amostras da água oferecida à população de Itaperuna/RJ, com o intuito de verificar a adequação da água mediante os parâmetros estabelecidos pelo ato normativo. Os resultados foram observados a partir dos parâmetros estabelecidos em Portaria. Identificou-se a não conformidade de algumas amostras com relação aos teores de cloro, mas sem incidência de coliformes totais ou termotolerantes.

Palavras-chave: Água para consumo humano. Análise microbiológica. Análise físicoquímica. Qualidade de água.

 

Abstract: According to Ordinance n. 2914 of the Ministry of Health, water for human consumption should meet specific standards of quality. Microbiological, physical and chemical analyses were performed in samples of water offered to the population of Itaperuna /RJ in order to verify the conformity of water quality with the parameters set by the regulatory act. Results were observed based on the parameters established in Ordinance. The analyses showed bon-compliance of some samples regarding levels of chlorine, but no incidence of total or thermotolerant coliforms.

Key words: Water for human consumption. Microbiological analyses. Physical and chemical analyses. Water quality.

 

1 Zootecnista pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF). Pós-graduando em Educação Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFFluminense), Campos dos Goytacazes/RJ – Brasil. E-mail: c.tardocchi@yahoo.com.br.
2 Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF). Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Campos (FDC). Assessor Jurídico do Ministério Público do Rio de Janeiro, Macaé/RJ – Brasil. E-mail: lucasbohrerzullo@yahoo.com.br.
3 Mestre em Ciência Animal pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF). Doutoranda em Ciência Animal pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), Campos dos Goytacazes/RJ – Brasil. E-mail: nataliacabral@zootecnista.com.br.
4 Licenciada em Química pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), Campos dos Goytacazes/RJ – Brasil. E-mail: annemsousa@hotmail.com.

 

Literatura Citada

BANDEIRALI, Mauro. Água: Essencial e Contaminada. ECODEBATE: Revista Cidadania e Meio Ambiente, Rio de Janeiro, RJ, 2012.

BARBOSA, Erivaldo Moreira. Direito ambiental: em busca da sustentabilidade. São Paulo: Scortecci, 2005.

BARBOSA, Erivaldo Moreira. Introdução ao direito ambiental. Campina Grande: EDUFCG, 2007.

BASTOS, R. K. X.; BEVILACQUA, P. D.; NASCIMENTO, L. E.; CARVALHO, G. R. M.; SILVA, C. V. Coliformes como indicadores da qualidade da água. Alcance e limitações. In: CONGRESSO INTERAMERICANO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 27., 2000, Porto Alegre. Anais... Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2000. 1 CD-ROM.

BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 11. ed. rev. e atual. São Paulo: Malheiros, 2001.

BRAGA, B. et al. Introdução a Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2005.

BRASIL. Portaria nº 2.914, de 12 de dezembro de 2011 do Ministério de Saúde. Dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 12 dez. 2011. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 12 jun. 2014.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 2005. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 12 jun. 2014.

CASTRO, Arianne de Souza; SILVA, Bruno Mendonça da; FABRI, Rodrigo Luiz. Avaliação da qualidade físico-química e microbiológica da água dos bebedouros de uma instituição de ensino superior de Juiz de Fora, Minas Gerais. NUTRIR GERAIS, Ipatinga, v. 7, n. 12, p. 984-998, fev./jul. 2013.

CASTRO, Liliane Socorro de. Direito Fundamental de Acesso à Água Potável e a Dignidade da Pessoa Humana. Âmbito Jurídico, Rio Grande, v. 16, n. 117, out. 2013.

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, (1992, Rio de Janeiro, RJ). Agenda 21. Brasília: Senado Federal, 1996.

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). Resolução 357, de 17 de março de 2005. Dispõe sobre a classificação e enquadramento dos corpos de água. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 18 mar. 2005. Seção 1, p. 58-63. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf. Acesso em: 17 jun. 2014.

D’AGUILA, P. S. et al. Avaliação da qualidade de água para abastecimento público do Município de Nova Iguaçu. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 16, p. 791-798, 2000.

FREITAS, M. B.; BRILHANTE, O. M.; ALMEIDA, L. M. Importância da análise de água para a saúde pública em duas regiões do Estado do Rio de Janeiro: enfoque para coliformes fecais, nitrato e alumínio. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 17, n. 3, p. 651-660, mai./jun. 2001.

GRIGOLETTO, T. L. B. Chumbo na água de consumo de Ribeirão Preto (SP): fatores químicos, físicos e possíveis correlações com a contaminação de crianças. 2011. 83 f. Dissertação (Mestrado em Ciências - Química) – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2011.

IBGE. Cidades: Rio de Janeio: Itaperuna: histórico. Rio de Janeiro: IBGE, [20--]. Disponível em: <http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&codmun=330220>. Acesso em: 26 jun. 2014.

INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE (RJ). [Página principal]. Rio de Janeiro: Instituto Estadual do Ambiente, [20--]. Disponível em: <http://www.inea.rj.gov.br/>. Acesso em: 17 jul. 2014.

LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas, SP: Editora Átomo, 2010.

MANUAL on the right to water and sanitation. Geneva: UM, 2008. Disponível em: <http://www.unhabitat.org/pmss/listItemDetails.aspx?publicationID=2536>. Acesso em: 12 jun. 2014.

MARTINS, Lucimar Lima et al. O Uso de Cloro na Desinfecção de Águas, a Formação de Trihalometanos e os Riscos Potenciais à Saúde Pública. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p. 99-110, jan./mar. 1994.

MIRANDA, Carlos Alberto Silva; MONTEIRO, Teofilo Carlos do Nascimento. Qualidade de água em sistemas de reservação e distribuição predial na cidade do Rio de Janeiro. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 5, n. 3, p. 284-295, jul./set., 1989.

OLIVEIRA, Luiz Antônio Trindade de; BEZZ, Juliana. Determinação de pH e atividade de água (Aa) e sua inter-relação com o perfil bacteriológico de salsichas tipo “hot dog” comercializadas nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói – RJ. Revista Brasileira de Ciências Veterinárias, v. 18, n. 2-3, p. 92-96, maio/dez. 2011. http://dx.doi.org/10.4322/rbcv.2014.126

OLIVEIRA, Oscar Oséias de. Diagnóstico ambiental do Município Itaperuna a partir do Mapeamento Geológico-Geotécnico e do uso de técnicas de Geoprocessamento. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Campos dos Goytacazes, 2006.

SANTOS, Boaventura de Souza. Crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

SARDINHA, D. S. et al. Avaliação da qualidade da água e autodepuração do ribeirão do meio, Leme (SP). Engenharia Sanitária e Ambiental, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, p. 329-338 jul./set. 2008.

SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais. 4. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2004.

THE RIGHTS to water. Human Rights, Geneva, n. 35, aug. 2010. Disponível em: <http://www.ohchr.org/Documents/Publications/FactSheet35en.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2014.

UNESCO. Outcome of the international expert´s meeting on the right to water. Paris: UN, 2009. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001854/185432e.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2014.

UNITED NATIONS DEVELOPMENT PROGRAMME. Human Development Report 2006: Beyond scarcity: Power, poverty and the global water crisis. New York: UNDP, c2006. Disponível em: <http://hdr.undp.org/sites/default/files/reports/267/hdr06-complete.pdf/>. Acesso em: 12 jun. 2014.

UNITED NATIONS. COMMITTEE ON ECONOMIC, SOCIAL AND CULTURAL RIGHTS. General Comment n. 15. Geneva: UN, 2002. Disponível em: <http://www.unhchr.ch/tbs/doc.nsf/0/a5458d1d1bbd713fc1256cc400389e94/$FILE/G0340229.pdf>. Acesso em: 15 de jun. 2014.

UNITED NATIONS. Resolution A/RES/64/292 adopted by the General Assembly. Resolução da Assembleia Geral da ONU. [Geneva?]: UN, 2010. Disponível em: <http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=A/RES/64/292>. Acesso em: 12 jun. 2014.

WATER AND SANITATION PROGRAM. Mainstreaming Gender in Water and Sanitation: Gender in Water and Sanitation. Nairobi: WSP, 2010.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Right to water. Geneva: WHO, c2003. Disponível em: <http://www2.ohchr.org/english/issues/water/docs/Right_to_water.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2014.