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Características Econômico-Financeiras e Sustentabilidade de Empresas no Brasil, na Holanda e na Suécia

DOI: http://dx.doi.org/10.17800/2238-8893/aos.v4n2p105-126

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Márcia M. M. Luca1, Renata R. Assunção2, Juliana A. Costa3, Tatiana A. Almeida4 & Vanessa I. C. Cardoso5

  

Resumo: A cada dia que passa, o mercado mais exige a adoção de posturas empresariais sustentáveis, o que requer que, além de rentáveis e lucrativas, as empresas sejam sustentáveis dos pontos de vista ambiental e social. A Global Reporting Initiative (GRI) idealizou um modelo de relatório de sustentabilidade, considerado o mais completo e difundido instrumento de comunicação do desempenho social, ambiental e econômico das organizações. A publicação desse relatório é obrigatória somente em alguns países. Nesse contexto, esta pesquisa tem por objetivo investigar a relação entre as características econômicofi nanceiras e o disclosure voluntário de empresas no Brasil, e em países desenvolvidos, em conformidade com o relatório GRI. Para a análise dos dados foram empregados os seguintes testes estatísticos: Teste de Diferenças entre Médias, Análise do Coefi ciente de Correlação de Pearson e Análise de Regressão Linear Múltipla. A amostra da pesquisa reúne 50 empresas, sendo 16 do Brasil, 16 da Holanda e 18 da Suécia. Verifi cou-se que, em média, as empresas divulgaram cerca de 49% dos indicadores GRI e que as empresas do Brasil registram nível mais elevado de disclosure em comparação com as holandesas e as suecas. Além disso, as empresas da amostra com a rentabilidade mais baixa, medida pelo Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), tendem a divulgar mais informações voluntárias. Os resultados revelaram ainda que fatores como o Retorno sobre o Ativo (ROA), o Tamanho e o Endividamento não infl uenciam os níveis de disclosure voluntário das empresas.

Palavras-chave: Disclosure voluntário. Relatório de sustentabilidade. Países desenvolvidos

 

Abstract: A sustainable attitude is what has been demanded by the market, which means that, besides being profi t-wise successful, companies must be sustainable from the environmental and social point of view as well. The Global Reporting Initiative (GRI) has idealized a model for sustainability report, which is considered the most complete and widely employed instrument for reporting organizations’ social, environmental and economic performance. The publication of this report is not mandatory in some countries. In this context, this research aims at investigating the relation between economic characteristics and voluntary disclosure in companies in Brazil and in developed countries, in accordance with the GRI report. For data analysis, the following statistical tests were used: Difference between Means, Pearson Correlation Coeffi cient, Multiple Linear Regression. The research sample gathers 50 companies, 16 from Brazil, 16 from Holland and 18 from Sweden. It was observed that companies reported an average 49% of the GRI indicators and that the Brazilian companies register a higher level of disclosure when compared to the Dutch and Swedish companies. Besides that, sample companies with lower profi tability, measured by the Return on Equity (ROE), are likely to disclosure more voluntary information. The results also revealed that factors such as the Return on Assets (ROA), Size and Debt did not infl uence the levels of voluntary disclosure of companies

Key words: Voluntary disclosure. Sustainability report. Developed countries

 

1 Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis e Administração da Universidade Regional de Blumenau (FURB), bolsista do Programa RH-Doutorado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), Professor da Universidade Federal do Amazonas, Mestrado em Administração pelo Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (ESAG). E-mail jonaspetry@brturbo.com.br
2 Doutora em Contabilidade pela Universidade Regional de Blumenau - FURB. Professora Programa de Pós-graduação em Ciências Contábeis da Universidade Regional de Blumenau – FURB. E-mail marciaza@gmail.com
3 Doutor em Ciências Contábeis e Administração pela Universidade Regional de Blumenau (FURB). Mestre em Administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Administrador pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Professor Adjunto da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) - Campus Dom Pedrito/RS.
4 Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas - SP - EAESP/FGV - (2004) e Pós-Doutorado pela Universidade de Brasília (UnB) Programa de Pós Graduação em Administração (PPGA). Grupo de Pesquisa CULTI. Professora Titular do Programa de Pós- -Graduação em Administração da Universidade do Sul de Santa Catarina - PPGA/UNISUL e membro do Comitê Científi co da área de Gestão Ciência, Tecnologia e Inovação (GCT&I) da ANPAD. Email: profadenisedelpra@gmail.com

 

Literatura Citada

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