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Colorimetry and Surface Roughness of Three Amazon Woods Submitted to Natural Weathering

DOI: http://dx.doi.org/10.14583/2318-7670.v04n05a06

http://www.ufmt.br/nativa 

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Patrick R. Kerber1*, Diego M. Stangerlin1, Elisangela Pariz1, Rafael R. de Melo1, Adilson P. de Souza1 & Leandro Calegari2

 

Abstract: This study aimed to evaluate the color and surface roughness of the wood of three Amazonian species submitted to natural weathering. For this purpose, samples of Apuleia leiocarpa (Vogel) J. F. Macbr., Erisma uncinatum Warm and Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp., with dimensions of 1 x 2 x 30 cm (thickness, width and length, respectively), were exposed to natural weathering without contact with the soil for 240 days. The colorimetric characterization was performed by means of a colorimeter, and the parameters were L*, a*, b*, C*, h and ΔE. The roughness was determined with the aid of a profilometer of surface roughness, and the parameters Ra, Rz and Rt were evaluated. The wood exposed to natural weathering presented darkened (grayish color) surface, resulting from the reduction of colorimetric parameters L*, a* and b*. The Parkia pendula wood presented the greatest total variation of color in comparison to Apuleia leiocarpa and Erisma uncinatum. The parameters Ra, Rz and Rt showed an increase during the time of exposure of the woods to the natural weathering, in which Erisma uncinatum wood presented the roughest surface in comparison to the other species.

Key words: field trial, deterioration of wood, tropical wood, wood quality.

 

Resumo: Este estudo teve como objetivo avaliar a cor e a rugosidade superficial da madeira de três espécies amazônicas submetidas ao intemperismo natural. Para tanto, amostras de Apuleia leiocarpa (Vogel) J. F. Macbr. (garapeira), Erisma uncinatum Warm (cedrinho) e Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp. (angelim-saia), com dimensões de 1 x 2 x 30 cm (espessura, largura e comprimento, respectivamente), foram expostas ao intemperismo natural, sem contato com o solo, durante 240 dias. A caracterização colorimétrica foi realizada por meio de um colorímetro, sendo determinados os parâmetros L*, a*, b*, C*, h e ΔE. Por sua vez, a rugosidade foi determinada com auxílio de um rugosímetro, sendo avaliados os parâmetros Ra, Rz e Rt. As madeiras expostas ao intemperismo natural apresentaram a superfície escurecida (coloração acinzentada) da superfície, sendo essa resultante da redução dos parâmetros colorimétricos L*, a* e b*. A madeira de angelim-saia apresentou a maior variação total da cor em comparação ao cedrinho e garapeira. Os parâmetros Ra, Rz e Rt apresentaram um acréscimo ao longo do tempo de exposição das madeiras ao intemperismo natural, em que a madeira de cedrinho apresentou a superfície mais rugosa em comparação às demais espécies.

Palavras-chave: ensaio de campo, deterioração da madeira, madeira tropical, qualidade da madeira.

 

1 Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Sinop, Mato Grosso, Brasil.
2 Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande, Patos, Paraíba, Brasil.
* E-mail: patrick_kerber@hotmail.com

 

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