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Durabilidade Natural da Madeira de Quatro Espécies Amazônicas em Ensaios de Deterioração de Campo

DOI: http://dx.doi.org/10.14583/2318-7670.v02n01a03

http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/nativa/index 

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Amilker Romanini1, Diego M. Stangerlin1, Elisangela Pariz2, Adilson P. de Souza1, Darci A. Gatto3 & Leandro Calegari4

 

Resumo: Este estudo teve como objetivo avaliar a durabilidade natural da madeira de quatro espécies amazônicas em ensaios de deterioração de campo. Para tanto corpos de prova de Trattinnickia rhoifolia (amescla), Qualea albiflora (cambará), Dipteryx odorata (cumaru) e Mezilaurus itauba (itaúba), com dimensões de 2 x 2 x 20 cm, foram submetidos durante 10 meses a ensaios de deterioração em ambiente de campo aberto. A cada dois meses foram realizadas amostragens no material ensaiado e retirados corpos de prova para determinação do percentual de massa seca residual e índice de deterioração. A madeira de amescla apresentou a menor durabilidade natural, o que pode ser explicado pelas suas propriedades físicas e químicas, já as madeiras de cambará, cumaru e itaúba não diferiram estatisticamente entre si.

Palavras-chave: biodeterioração, qualidade da madeira, madeira tropical, química da madeira

 

Abstract: This study aimed to evaluate natural durability of four Amazonian woods in field tests. For this purpose samples of Trattinnickia rhoifolia (amescla), Qualea albiflora (cambará), Dipteryx odorata (cumaru) and Mezilaurus itauba (itaúba), with reduced dimensions of 2 x 2 x 20 cm, were submitted in open field tests during 10 months. Every two months samples were weighed and evaluated by a criterion of notes, to determine the percentage of residual dry mass and decay index, respectively. Amescla wood had lower natural durability, which can be explained by their physical and chemical properties, however cambará, cumaru and itaúba wood not differ statistically.

Key words: biodeterioration, wood quality, tropical wood, wood chemistry

 

1 Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Sinop, Mato Grosso, Brasil. E-mail: amilker12@hotmail.com
2 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Sinop, Universidade de Cuiabá, Sinop, Mato Grosso, Brasil.
3 Faculdade de Engenharia Industrial Madeireira, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil.
4 Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal, Universidade Federal de Campina Grande, Patos, Paraíba, Brasil.

 

Literatura Citada

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