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Crescimento, Evolução e o Futuro dos Cursos de Engenharia

DOI: http://dx.doi.org/10.15552/2236-0158/abenge.v24n2p3-12

http://www.abenge.org.br/revista/index.php/abenge/index 

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Vanderlí F. de Oliveira1

 

Resumo: O objetivo deste artigo é, a partir da análise do crescimento do número de cursos e de modalidades de engenharia, apresentar uma breve reflexão sobre possíveis modelos de organização desses cursos. A base de dados que gerou este artigo foi apresentada pelo autor no COBENGE 2005 (OLIVEIRA, 2005), sendo posteriormente atualizada até dezembro de 2005. Nos últimos cinqüenta anos, a engenharia expandiu-se para pelo menos três novos enfoques: novas tecnologias, saúde/ambiente e gestão. Além disto, nos últimos dez anos, o número de cursos de engenharia aumentou duas vezes e meia e o de títulos de engenheiro concedidos praticamente duplicou. Esse crescimento vertiginoso pode significar, entre outros, uma fragmentação de especialidades dentro das áreas e dos novos enfoques da engenharia. Em termos de modelos alternativos ao paradigma atual pode-se vislumbrar a possibilidade de reintegração ou de retomada da politecnia adaptada aos tempos atuais ou, ainda, o surgimento de um modelo baseado em uma nova concepção de formação profissional em engenharia.

Palavras-chave: educação em engenharia, cursos de engenharia, modalidades de engenharia

 

Abstract: The aim of this paper is to present a reflection about the possibilities of engineering courses organization models, based on the analysis of the growing number of these courses and its variations. The database that generates this work was presented by the author in the 2005 Brazilian Engineering Conference - COBENGE 2005 (OLIVEIRA, 2005) and it was brought up to date until December 2005. In the last fifty years the engineering field expanded covering at least three new areas: New Technologies, Health/Ecology and Management. Moreover, in the last ten years, the number of engineering courses was increased by twice and a half and the number of graduated engineers nearly duplicated. This vertiginous growth could mean a fragmentation of specialities inside the areas and new branches of engineering. In terms of alternative models to the current paradigm it is possible to think of a reintegration model or a reborn of the polytechnic pattern fitted to the nowadays needs or beyond it, the sprouting of a model based on a new conception of professional engineering formation.

Key words: engineering education, courses of engineering, modalities of engineering

 

1 Professor, Doutor, Universidade Federal de Juiz de Fora, Departamento de Engenharia de Produção. vanderli.fava@ufjf.edu.br

 

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