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Uma Experiência Alternativa em Avaliação

DOI: http://dx.doi.org/10.15552/2236-0158/abenge.v26n2p35-39

http://www.abenge.org.br/revista/index.php/abenge/index 

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Tabajara L. de Almeida1

 

Resumo: Neste artigo é narrada uma experiência alternativa em avaliação vivida pelo autor, com base nas idéias de William Glasser. A experiência tratou de montar times de aprendizagem, aproveitandoos para elaborar uma diferente avaliação em grupos, incentivando a cooperação e a auto-avaliação, apostando numa solução moral, não técnica para o assunto, sem descuidar do uso da teoria dos jogos. A conclusão é que a experiência mostrou-se positiva, tanto do ponto de vista qualitativo, para professor e estudantes, quanto do ponto de vista quantitativo, com notas significativamente melhores do que em anos anteriores.

Palavras-chave: auto-avaliação, avaliação, avaliação em grupos, teoria dos jogos

 

Abstract: This paper presents an alternative approach to evaluation, experienced by the author, based on William Glasser’s ideas. The experience sets up learning teams, taking advantage of them to elaborate a different group evaluation, motivating the cooperation and the self-evaluation, betting on a moral rather than on a technical solution for the subject, without neglecting the use of the Games Theory. The conclusion is that the experience was proved positive, so much for the qualitative point of view, for teacher and students, as for the quantitative point of view, with grades significantly better than in previous years.

Key words: evaluation, games theory, group evaluation, self-evaluation

 

1 Professor, Doutor, Fundação Universidade Federal do Rio Grande, Departamento de Matemática. Endereço eletrônico: taba2508@gmail.com

 

Literatura Citada

AXELROD, Robert. The evolution of cooperation. New York: Basic Books, 1984.

GLASSER, William. Schools without failure. New York : Perennial, 1975.

QUINN, Daniel. Meu Ismael: o fenômeno continua. São Paulo: Peirópolis, 1999.