Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Características Físico-Químicas de Sucos de Frutas Industrializados: Estudo in vitro

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1000/odonto.v21n41-42p9-17

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/O1/index 

downloadpdf

Andreia M. R. Cardoso1, Anderson M. de S. Santos2, Flaubert W. B. Almeida3, Tâmara P. de Albuquerque4, Alidiane F. C. Xavier5 & Alessandro L. Cavalcanti6

 

Resumo

Objetivo: Analisar as propriedades físico-químicas de sucos de fruta industrializados com formulações em pó e prontos para consumo.

Método: A amostra constituída de quatorze sucos industrializados com sabores variados, sete em pó da Tang® e sete prontos para consumo da Del valle® e Kapo®, foi analisada pelos seguintes parâmetros: pH, Acidez Total Titulável (ATT) e teor de Sólidos Solúveis Totais (SST). Todos os testes foram realizados em triplicata. Os dados foram coletados por um único examinador e analisados de forma descritiva e inferencial com o teste Kruskal-Wallis e Mann-Whitney (α=0,05) no SPSS® (Statistical Package for the Social Sciences), versão 17.

Resultados: Todos os sucos estudados apresentaram pH abaixo do crítico para o esmalte, todavia os sucos em pó foram mais ácidos que os sucos prontos para consumo (p< 0,05). A mediana dos valores de ATT dos sucos prontos para consumo (0,33%) foi superior a dos sucos em pó (0,05%), sem diferenças significativas entre as amostras. Na avaliação do teor de SST, os sucos prontos para consumo apresentaram-se mais concentrados que os sucos em pó com diferença significativa estatisticamente (p< 0,05).

Conclusão: Os sucos de fruta industrializados analisados apresentaram valores baixo de pH e elevado teor de SST. No entanto, estas características físico-químicas foram diferenciadas de acordo com a forma de preparação e comercialização dos sucos.

Palavras-chave: ingestão de líquidos, sucos, cárie dentária, erosão dentária

 

Abstract

Objective: To analyze the physicochemical properties of powdered and ready-to-drink industrialized fruit juices.

Method: The sample consisted of fourteen industrialized juices with different flavors – seven powdered of the Tang® brand and seven ready-to-drink of the brands Del Valle® and Kapo®. The following parameters were analyzed: pH, Total Titratable Acidity (TTA) and Total Soluble Solids Contents (TSSC). All tests were performed in triplicate. Data were collected by a single examiner and analyzed by means of descriptive statistics and Kruskal-Wallis and Mann-Whitney tests (α = 0.05) on SPSS® (Statistical Package for the Social Sciences) version 17.

Results: All the juices studied were below the critical pH for enamel, but the powdered juices were more acidic than were those ready-to-drink (p<0.05). The median of TTA values regarding the ready-to-drink juices (0.33%) was higher than that of the powdered ones (0.05%), with no significant differences between samples. With regard to TSSC values, the ready-to-drink juices were more concentrated than the powdered ones with a statistically significant difference (p<0.05).

Conclusion: The industrialized fruit juices analyzed herein showed low pH and high TSSC. However, these physicochemical characteristics differed according to the form of preparation and commercial presentation of the juices.

Key words: drinking, juices, dental caries, tooth erosion

 

1 Aluna do Programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
2 Acadêmico do Curso de Graduação em Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba
3 Acadêmico do Curso de Graduação em Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba
4 Acadêmico do Curso de Graduação em Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba
5 Mestre em Odontologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
6 Professor Doutor do Departamento de Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)

 

Literatura Citada

Polonio MLT, Peres F. Consumo de aditivos alimentares e efeitos à saúde: desafios para a saúde pública brasileira. Cad Saude Publica 2009; 25(8): 1653-66. doi

Rosa SES, Cosenza JP, Leão LTS. Panorama do Setor de Bebidas no Brasil. BNDES Setor 2006; 23: 101-50.

Nunn JH. Prevalence of dental erosion and the implications for oral health. Eur J Oral Sci 1996; 104: 156-61. doi

Rossoni E, Graebin LB, Moura RP. Adoçantes Presentes na Formulação de Refrigerantes, Sucos e Chás Diet e Light. Rev Fac Odontol 2007; 48(1/3): 5-11.

Al-Majed I, Maguire A, Murray JJ. Prevalence and risk factors for dental erosion in 5–6 year-old and 12–14-yearold boys in Saudi Arabia. Community Dent Oral Epidemiol 2002; 30: 38–46. doi

Oncag G, Tuncer AV, Tosun YS. Acidic Soft Drinks Effects on the Shear Bond Strength of Orthodontic Brackets and a Scanning Electron Microscopy Evaluation of the Enamel. Angle Orthod 2005; 75(2): 247-53.

Farias MMAG, Bernardi M, Silva Neto R, Tames DR, Silveira EG, Bottan ER. Avaliação de propriedades erosivas de bebidas industrializadas acrescidas de soja em sua composição. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr 2009; 9(3): 277-81. doi

Farias MMA, Tames DR, Ferreira R, Bahi FC, Morreto J. Propriedades erosivas de sucos de frutas industrializados recomendados como suplemento alimentar para crianças. J Bras Odontoped Odontol Bebê 2000; 3(12): 111-7.

Cavalcanti AL, Oliveira KF, Paiva OS, Rabelo DMV, Costa SKP, Vieira FF. Determinação dos sólidos solúveis totais (°Brix) e pH em bebidas lacteas e sucos de frutas industrializados. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr 2006; 6(1): 57-64.

Castro MV, Oliveira JP, Magalhães Junior MJ, Assunção EAO, Brasil AP, Rabelo FLA et al. Analise Química, Físico-química e Microbiológica de Sucos de Frutas Industrializados. Díalog Ciênc - Rev Rede Ens FTC 2007; 5(12): 1-9.

Losso EM, Silva JYB, Brancher JA. Análise do pH, acidez e açúcares totais de sucos de frutas industrializados. Arq Odontol 2008; 44(3): 37-41.

Hanan AS, Marreiro RO. Avaliação do pH de Refrigerantes, Sucos e Bebidas Lácteas Fabricados na Cidade de Manaus, Amazonas, Brasil. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr 2009; 9(3): 347-53. doi

Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos da metodologia científica. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

Branco CA, Valdivia ADCM, Soares PBF, Fonseca RB, Fernandes Neto AJ, Soares CJ. Erosão dental: diagnóstico e opções de tratamento. Rev Odontol UNESP 2008; 37: 235-42.

Silva PT, Fialho E, Lopes MLM, Valente-Mesquita VL. Sucos de laranja industrializados e preparados sólidos para Refrescos: estabilidade química e físico-química. Ciênc Tecnol Aliment 2005; 25(3): 597-602. doi

Bomfim AR, Coimbra MER, Moliterno LFM. Potencial erosivo dos repositores hidroeletrolíticos sobre o esmalte dentário: revisão de literatura. Rev Bras Odontol 2001; 58: 164-8.

Mahoney E, Beattie J, Swain M, Kilpatrick N. Preliminary in vitro assessment of erosive potential using the ultramicro-indentation system. Caries Res 2003; 37: 218-24. doi

West NX, Hunhes JA, Addy M. The effect of pH on erosion of dentine and enamel by dietary acids in vitro. J Oral Rehabil. 2001; 28: 860‑4. doi

Hunter ML, Patel R, Loyn T, Morgan MZ, Fairchild R, Rees JS. The effect of dilution on the in vitro erosive potential of a range of dilutable fruit drinks. Int J Paediatr Dent 2008; 18: 251-5. doi

Birkhed D. Sugar content, acidity and effect on plaque pH of fruit juices, fruit drinks, carbonated beverages and sports rinks. Caries Res 1984; 18: 120-7. doi

Tahmassebi JF, Duggal MS, Malik-Kotru G, Curzon ME. Soft drinks and dental health: a review of the current literature. J Dent 2006; 34: 2-11. doi

Magalhães AC, Wiegand A, Rios D, Honório HM, Buzalaf MAR. Insights into preventive measure for dental erosion. J Appl Oral Sci 2009; 17: 75-86. doi