Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Reflexões Acerca da Abordagem da Morte com Crianças

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v21n2p48-55

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/MUD/index 

downloadpdf

Adelise Salvagni1, Sabrina D. O. Savegnago2, Júlia Gonçalves3, Alberto M. Quintana4 & Carmem L. C. Beck5

 

Resumo: O presente artigo objetiva refletir acerca da abordagem do tema morte com crianças. Para tanto, serão apresentadas algumas reflexões a partir de questões teóricas encontradas na literatura. Percebe-se a importância de falar com a criança sobre a morte, a fim de que ela possa elaborar as perdas que vier a vivenciar. Para que se tenham conversas francas com ela, é necessário que o adulto esteja preparado para este momento, de forma a considerar a linguagem da criança, bem como suas particularidades, desde seu nível cognitivo até suas experiências de perda. Dessa forma, será possível abordar adequadamente o tema, esclarecendo e respeitando a capacidade de compreensão da criança.

Palavras-chave: morte, educação, criança

 

Abstract: This paper aims at reflecting on how to deal with the subject of death with children. Therefore, we will present some reflections based on theoretical issues found in literature. It is important to talk with children about death, so they can elaborate the losses they may experience. In order to have honest conversations with them, adults must be prepared for this moment, considering the children’s language as well as their peculiarities, from their cognitive level to their experiences of loss. Thus, it will be possible to adequately address the issue, clarifying and respecting the child’s ability to understand.

Key words: death, education, child

 

1 Psicóloga, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria. E-mail: adesalvagni@hotmail.com
2 Psicóloga, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria
3 Psicóloga, especialista em gestão de pessoas e marketing, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria
4 Psicólogo. Doutor em Ciências Sociais (Antropologia Clínica), professor do curso de Psicologia e dos Programas de Pós-Graduação em Psicologia (mestrado) e Enfermagem (mestrado) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
5 Doutora em Enfermagem. Docente dos Programas de Pós-Graduação em Enfermagem (mestrado) e Psicologia (mestrado) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

 

Literatura Citada

Aberastury, A. (1984). A percepção da morte na criança e outros escritos. In A. Aberastury & cols. A percepção da morte nas crianças (pp. 128-139). Porto Alegre: Artes Médicas.

Almeida, F. A. (2005). Lidando com a morte e o luto por meio do brincar: a criança com câncer no hospital. Boletim de Psicologia, LV(123), 149-167.

Anton, M. C., & Favero, E. (2011). Morte repentina de genitores e luto infantil: uma revisão da literatura em periódicos científicos brasileiros. Interação Psicológica, 15(1), 101-110. https:/doi.org/10.5380/psi.v15i1.16992

Ariès, P. (1977). História da morte no Ocidente: da Idade Média aos nossos dias. Rio de Janeiro: Francisco Alves.

Azevêdo, A. V. S. (2011). O brincar da criança com câncer no hospital: análise da produção científica. Estudos de Psicologia, 28(4), 565-572.

Borges, K. M. K., Genaro, L. T., & Monteiro, M. C. (2010). Visita de crianças em unidade de terapia intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 22(3), 300-304. doi

Chiattone, H. B. C. (2003). A criança e a morte. In V. A. Camon (Org.). E a psicologia entrou no hospital. (pp. 69-133). São Paulo: Pioneira Thompson Learning.

Chiavenato, J. J. (1998). A morte: uma abordagem sociocultural. São Paulo: Moderna.

Domingos, B., & Maluf, M. R. (2003). Experiências de perda e de luto em escolares de 13 a 18 anos. Psicologia: Reflexão e Crítica, 16(3), 577-589. doi

Hennezel, M. (1999). A arte de morrer: tradições religiosas e espiritualidade humanista diante da morte na atualidade. Petrópolis: Vozes.

Hennezel, M. (2006). Morrer de olhos abertos. Lisboa: Casa das Letras.

Kovács, M. J. (1992). Morte e desenvolvimento humano. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Kovács, M. J. (2003a). Educação para a morte: temas e reflexões. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Kovács, M. J. (2003b). Educação para a morte: desafio na formação de profissionais de saúde e educação. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Kovács, M. J. (2005). Educação para a morte. Psicologia, Ciência e Profissão, 25(3), 484-497. doi

Kovács, M. J. (2012). Educadores e a morte. Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional – SP, 16(1), 71-81. doi

Kübler-Ross, E. (1989). Sobre a morte e o morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiros, religiosos e aos seus próprios parentes. São Paulo: Martins Fontes.

Lima, V. R. & Kovács, M. J. (2011). Morte na família: um estudo exploratório acerca da comunicação à criança. Psicologia Ciência e Profissão, 31(3), 390-405.

Nunes, D. C., Carraro, L., Jou, G. I., & Sperb, T. M. (1998). As crianças e o conceito de morte. Psicologia: Reflexão e Crítica, 11(3), 579-590. doi

Oliveira, L. D. B., Gabarra, L. M., Marcon, C., Silva, J. L. C., & Macchiaverni, J. (2009). A brinquedoteca hospitalar como fator de promoção no desenvolvimento infantil: relato de experiência. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 19(2), 306-312. https:/doi.org/10.7322/jhgd.19920

Pitta, A. (2010). Hospital, dor e morte como ofício. São Paulo: Hucitec.

Roazzi, M. M., Dias, M. G. B. B., & Roazzi, A. (2010). Mais ou menos morto: explorações sobre a formação do conceito de morte em crianças. Psicologia: Reflexão e Crítica, 23(3), 485-495. doi

Torres, W. C. (1999). A criança diante da morte: desafios. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Torres, W. C. (2002). O conceito da morte em crianças portadoras de doenças crônicas. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 18(2), 221-229.

Vendruscolo, J. (2005). Visão da criança sobre a morte. Revista Medicina, 38(1), 26-33. https:/doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v38i1p26-33