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Prática de Atividade Física Realizada por Mulheres na Pós-Menopausa para a Prevenção de Quedas e Fraturas

DOI: http://dx.doi.org/10.15600/2238-1244/sr.v13n33p7-17

https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/saude/index 

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Fabiane Pires1 & Ana S. Moccellin2

 

Resumo: Objetivo: Averiguar se mulheres na fase pós-menopausa praticam atividade física para prevenção de quedas e fraturas, além de analisar a predisposição a quedas e a qualidade de vida dessas mulheres. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo transversal com 35 idosas, divididas em quatro grupos: S (sedentário, n = 10), A (ativo, n = 7), OS (osteoporose sedentário, n = 13) e OA (osteoporose ativo, n = 5). Fez-se a coleta dos dados por meio do Índice Menopausal de Blatt e Kupperman, da Escala de Equilíbrio de Berg e da Versão Brasileira do Questionário de Qualidade de Vida SF-36, e analisados pela estatística descritiva e por testes não paramétricos. Resultados: A pratica de atividade física foi menos frequente nas mulheres com osteoporose quando comparadas aquelas sem essa patologia, e, entre as atividades desenvolvidas, a caminhada foi a mais relatada pelas mulheres. No grupo OS, pode-se observar maior porcentagem de quedas e fraturas, além de reduções significativas no escore da Escala de Equilíbrio de Berg (p = 0,001) quando comparado ao grupo S, e nos valores do questionário de qualidade de vida quando comparado aos outros grupos. Conclusão: Muitas mulheres na fase pós-menopausa não praticam atividade física e, com relação aquelas que possuem osteoporose, há um aumento da predisposição a quedas e fraturas, déficit no equilíbrio e pior qualidade de vida.

Palavras-chave: exercício, quedas por acidentes, fraturas ósseas e osteoporose pós-menopausa

 

Abstract: Objetive: Determine whether women in post-menopausal practice physical activity to prevent falls and fractures, and analyzing the predisposition to falls and quality of life of these women. Study design: This is a cross-sectional study with 35 elderly women divided into four groups: S (sedentary, n = 10), A (active, n = 7), OS (sedentary osteoporosis, n = 13) and OA (active osteoporosis, n = 5). Data collection was performed using the Blatt and Kupperman Menopausal Index, the Berg Balance Scale and the Brazilian Version of the Quality of Life Questionnaire SF-36, and analyzed by descriptive statistics and nonparametric tests. Results: The physical activity practice was less frequent in women with osteoporosis compared to those without this disease, and among activities, walking was the most reported by women. In OS could be observed a higher percentage of falls and fractures, and significant reductions in the score of Berg Balance Scale (p = 0.001) when compared to S and in the values of the questionnaire of quality of life compared to other groups. Conclusion: Many women in postmenopausal do not practice physical activity and, with respect to those who have osteoporosis, there is an increased predisposition to falls and fractures, impaired balance and poorer quality of life.

Key words: exercise, accidental falls, bone fracture, post menopausal osteoporosis

 

1 Fisioterapeuta especialista em Fisioterapia Geriátrica pela Universidade Federal de São Carlos. São Carlos/SP, Brasil. E-mail: fabiane_pires21@hotmail.com
2 Profa. MSc. do Núcleo de Fisioterapia da Universidade Federal de Sergipe, Campus Lagarto - Lagarto/SE. E-mail: anamoc33@yahoo.com.br

 

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