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O Treinamento da Dupla Tarefa como Proposta Terapêutica para Paciente Portadores da Doença de Parkinson

DOI: http://dx.doi.org/10.15601/2238-1945/pcnb.v3n6p51-58

http://www3.izabelahendrix.edu.br/ojs/index.php/bio/index 

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R. P. Lopes1, A. S. Barbosa2, C. Ramos2 & W. R. M. Almeida3

 

Resumo: A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurológica crônica e degenerativa, apresentando comprometimento tanto motor como cognitivo, levando prejuízo na realização da tarefa simultânea fundamentais. O objetivo deste trabalho foi analisar o desempenho cognitivo motor na dupla tarefa antes e após o treinamento terapêutico. Foram selecionados indivíduos, com o diagnostico de doença de Parkinson e indivíduos saudáveis como grupo controle. Os indivíduos foram submetidos à avaliação antes e depois do procedimento terapêutico. Os testes foram: escala de HOEN YAHR, Mini-mental do estado mental e o teste de marcha Time Up Go. O treinamento teve a duração de 40 minutos sendo realizado alongamento, caminhada na esteira, treinamento no percurso, duas vezes na semana. Resultados obtidos foram, no primeiro teste (Time Up Go), o individuo saudável realizou no tempo de 9,1±0,3 e o individuo com DP realizou em 9,6±03, na cadência o participante saudável apresentou cadência de 5,3±0,3 passos por minuto e o participante com DP apresentou cadência de 5,7±0,3 passos por minuto. No segundo teste, o paciente saudável apresentou um tempo de 10,1±0,2 segundos, já o paciente com DA apresentou um tempo de 11,6±0,4 segundos, na cadência, o paciente saudável teve uma cadência de 6 passos por minuto já o paciente com DP apresentou uma cadência de 7 passos por minuto. Na realização da dupla tarefa o paciente com DP realizou em 18,9±0,3 segundos, e o participante voluntário 11,7±0,2 segundos. Nos erros motores, o paciente com DP obteve 3,6±0,7 e o paciente voluntário (2±0,6). Após a reavaliação os dois participantes gastaram menos tempo para a realização dos testes e tiveram 100% de acertos durante a realização da dupla tarefa. O indivíduo com DP diminuiu a velocidade da marcha, aumentou a cadência e apresentou maior numero de erros comparados com o individuo sadio. Com a prática da tarefa o paciente com DP melhorou seu desempenho aumentando a velocidade, diminuindo a cadência e não obteve erros após intervenção fisioterapeutica para realizar a dupla tarefa, conseguindo chegar bem próximo dos valores do individuo sadio após a intervenção fisioterapêutica.

Palavras-chave: doença de Parkinson, dupla tarefa, fisioterapia

 

1 Fisioterapeuta, Mestre em Ciências Fisiológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo, Especialista em fisioterapia neurológica pela Universidade Estadual de Campinas
2 Alunos do Curso de Graduação em Fisioterapia da Faculdade novo Milênio, Vila Velha-ES
3 Fisioterapeuta, Mestre em Ciências Fisiológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo, Especialista em Docência no Ensino Superior pela FAESA-ES e professora das disciplinas de recursos fisioterapêuticos da Faculdade Novo Milênio

 

Literatura Citada

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