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Carta aos Juristas Surdos-Mudos Dirigida Àqueles que Ouvem e Falam1

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1043/el.v16n2p42-57

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/EL/index 

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Paulo F. Cunha2

 

Resumo: Um olhar e um escutar atentos e sutis serão capazes de detetar uma antropologia filosófica e propósitos educativos, pedagógicos, insofismáveis, nas Cartas sobre os Cegos e sobre os Surdos-Mudos de Diderot. Para mais uma antropologia com redobrado interesse na medida em que fundado numa fisiologia. Retomando esses modelos como inspiração, procura-se no artigo presente um pedagogia junto dos juristas, numa clave ética e deontológica.

Palavras-chave: cegos, surdos, antropologia filosófica, símbolos da justiça, pedagogia jurídica

 

Abstract: If you look and listen carefully and subtlety, you will detect in the Letters on the Blind and Deaf-Dumb, by Diderot, a philosophical anthropology and obvious educational purposes. And this anthropology is very interesting, because it is based on physiology. In this article, we assume these models as inspiration, seeking a legal pedagogy, by emphasizing ethical and deontological aspects.

Key words: blind, deaf, philosophical anthropology, symbols of justice, legal pedagogy 

 

1 Conferência de encerramento do I Colóquio JusHumanista Internacional, no III Centenário de Diderot, na Fundação Manuel António da Mota, Porto, Portugal, 5 de outubro de 2013. Nota do Editor: por se tratar de conferência, preservou-se o tom e o estilo, deixando de lançar referências específicas
2 Universidade do Porto. E-mail: lusofilias@gmail.com