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Bíblia e Sustentabilidade: Fazendo Caminho

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-3828/caminhando.v18n2p7-19

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/CA 

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José A. Kaefer

 

Resumo: Este ensaio procura mostrar que na Bíblia o conceito sustentabilidade engloba não somente o cuidado com a natureza, mas também o cuidado com as pessoas mais vulneráveis da sociedade: “Que não haja pobres em teu meio” (Dt 15.4). Mostra que houve uma evolução na compreensão dos textos bíblicos a partir da hermenêutica da sustentabilidade e vice-versa. O mundo sustentável é um processo contínuo, um fazer caminho. Os erros do passado, como o dilúvio causado pela violência (hamas) do ser humano, ensinam que se a justiça (zedaqah) não correr como um rio caudaloso (Am 5.24), outra vez a humanidade se autodestruirá. Uma pista poderá ser a teologia do serviço construída pelo povo de Deus no exílio, de onde resgatamos o verbo “sustentar” (tamach): “Eis o meu servo a quem sustenho” (Is 42.1).

Palavras-chave: sustentabilidade, hermenêutica, violência, justiça, serviço

 

Abstract: This essay seeks to show that in the Bible the concept sustainability encompasses not only the care of nature, but also the care of the most vulnerable people in society: “Let there be no poor among you” (Dt 15:4). Shows that there has been an evolution in the understanding of the biblical texts from the hermeneutics of sustainability and vice versa. The sustainable world is a continuous process, one way to do. The errors of the past, as the flood caused by violence (hamas) human, teach that if justice (zedaqah) does not run like a raging river (Amos 5:24), again humanity will self-destruct. A clue may be the theology of the service built by the people of God in exile, where rescued the verb “support” (tamach): “Behold my servant, whom I uphold” (Isaiah 42:1).

Key words: sustainability, hermeneutics, violence, justice, service