Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Avaliação da Fruta de Eugenia uvalha Cambes sob Estádios de Desenvolvimento

DOI: http://dx.doi.org/10.14688/1984-3801/gst.v7n1p67-75

http://rioverde.ifgoiano.edu.br/periodicos/index.php/gst/index 

downloadpdf

Carlos A. G. Alvarenga1, Karina A. Passaglia1, Sueli Ciabotti, Éder J. Jesus1 & Tamires F. Perini1

 

Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar frutos de Eugenia uvalha Cambess em diferentes estádios. Observou-se um aumento da atividade das enzimas Peroxidase, Polifenoloxidase, Pectinametilesterase e Poligalactoronase no decorrer do desenvolvimento dos frutos, sendo intensificado no final do amadurecimento. Os valores do diâmetro médio longitudinal dos frutos foi sempre inferior ao diâmetro médio transversal, apresentando, no primeiro estádio de desenvolvimento (estádio 1), 1,59 mm, atingindo 2,91 mm no estádio 6, quando os frutos já se apresentavam totalmente maduros. O diâmetro transversal, diâmetro longitudinal e peso médio dos frutos atingiu 3,57 mm, 2,91 mm e 17,75 g, respectivamente, no estádio 6 de desenvolvimento dos frutos. Os resultados obtidos para acidez total foi de pequena variação, com 2,00% no primeiro estádio com queda nos valores, chegando a 1,60% no último estádio. Para os valores de pH, no primeiro estádio, obteve-se 2,73 seguidas de quedas míninas nos resultados e alcançado 2,78 no último estádio e para sólidos solúveis um aumento a partir do estágio 3, atingindo um teor máximo de 8,58 ºBrix para frutos maduros (6th estádio).

Palavras-chave: atividade enzimática, análises químicas, análises enzimáticas

 

Abstract: This study is related to the evaluation Eugenia uvalha Cambess fruit during differences development stages. An increase of POD, PFO, PME, and PG enzymatic activities were verified during the fruit development, being intensified when of the maturing final stage. Fruit longitudinal average diameters values were always inferior to the transversal average diameter, presenting in the first development stage, 1.59mm, and reaching 2.91mm in stage 6, when fruit were completely mature. Transversal and longitudinal diameters and fruit average weight reached 3,57mm, 2.91mm and 17.75g respectively in stage 6 of fruit development. The results obtained for total acidity was of low variation, with 2.00% in the first stage, lowering values to 1.60% in the last stage. For pH values, the first stage had 2.73 with minimum lowering in results, and reached 2.78 in the last stage. For dissolved solids an increasing from stage 3, reached a maximum of 8.58 ºBrix for mature fruit. (6th stage).

Key words: enzymatic activities, chemistry analysis, enzymatic analysis

 

1 Instituto Federal de Educação do Triângulo Mineiro – Câmpus de Uberaba, Setor de Alimentos, Rua João Batista Ribeiro, nº 4000, Bairro Mercês, CEP: 38.064-790, Uberaba, MG. E-mail: alvarenga@ifmt.edu.br

 

Literatura Citada

ALEXANDRE, D.; CUNHA, R. L.; HUBINGER, M. D. Conservação do açaí pela tecnologia de obstáculos. Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, v.24, n.1, p.114-119, 2004. doi

ANDERSEN, O.; ANDERSEN, V.U. As frutas silvestres brasileiras. 2.ed. Rio de Janeiro : Edições Globo, 1988. 203p.

ASSIS, S. A.; LIMA, D. C.; OLIVEIRA, O. M. M. F. Activity of pectinmethylesterase, pectin content and vitamin C in acerola fruit at various stages of fruit development. Food Chemistry, London, v. 74, p. 133-137, 2001. doi

ANTUNES, L. E. C.; DUARTE FILHO, J.; SOUZA, C. M. Conservação pós-colheita de frutos de amoreira-preta. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 38, n. 3, p. 413-419, 2003. doi

AUGUSTA, I. M.; RESENDE, J. M.; BORGES, S. V.; MAIA, M. C. A.; COUTO, M. A. P. G. Caracterização física e química da casca e polpa de jambo vermelho (Syzygium malaccensis, (L.) Merryl & Perry). Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, v.30, n.4, p.45-52, 2010. http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612010000400014

AWAD, M. Fisiologia pós-colheita de frutos. São Paulo: Nobel, 1993. 114 p.

BURNETTE, F. S. Peroxidase and its relationship to food flavor and quality: a review. Journal of Food Science, v.42, n.1, p.1-6, 1977. doi

CARVALHO, H. A. Utilização de atmosfera modificada na conservação pós-colheita da goiaba Kumagai. 1999. 115f. Dissertação (Mestrado em Ciência dos Alimentos) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 1999.

CHITARRA, M. I. F. Processamento mínimo de frutas e hortaliças. Viçosa: Centro de produções técnicas, 1998. 88 p.

CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-colheita de frutos e hortaliças:. fisiologia e manuseio. 2 ed. Lavras: FAEPE, 2005. 178p.

EL-ZOGHBI, M. Biochemical changes in some tropical fruits during ripening. Food Chemistry, London, v.49, n.1, p.33-37, Jan. 1994. doi

EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de solos. Sistema Brasileiro de classificações de solos. Rio de Janeiro: Embrapa Solos. 1999. 412p.

FRANÇA, V. C.; NARAIN, N. Caracterização química dos frutos de três matrizes de acerola (Malpighia emarginata D.C.). Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, v.23, n.2, p.157-160, 2003. doi

FERREIRA, D. F. Análise estatística por meio do SISVAR para Windows versão 4. 0. In: REUNIAO ANUAL DA REGIÃO BRASILEIRA DA SOCIEDADE INTERNACIONAL DE BIOMETRIA. UFSCar, 45, 200, São Carlos. Anais... São Carlos: UFSCar, 2000. p. 255-258.

HUSSAIN, A.; SHAH, A. H. Activity of pectic enzymes (pectinesterase and polygalacturonase) during the ripening of guava fruit. Pakistan Journal of Agricultural Sciences, Lyallpur, v.5, p.191-194, 1975.

JEN, J. J.; ROBINSON, M. L. P. Pectinolytic enzymes in sweet bell peppers (Capsicum annuum L.). Journal of Food Science, Chicago, v.49, p.1045-1087, 1984.

KAYS, S. J. Postharvest physiology of perishable plant products. Athens: AVI, 1997. 532p.

LINHARES, L. A. L.; SANTOS, C. D.; ABREU, C. M. A. Transformações químicas, físicas e enzimáticas de goiabas 'Pedro Sato' tratadas na pós-colheita com cloreto de cálcio e 1-metilciclopropeno e armazenadas sob refrigeração, Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v.31,n.3, p.829-841, 2007.

MATSUMO, H.; URITANI, I. Physiological behavior of peroxidase isosymes in sweet potat root, tissue injured by cuting or black rot. Plant and Cell Physiology, Tokyo, v.13, n.6, p.1091-1101, 1972.

NELSON, N. A photometric adaptation os Somogyi method for determination of glicose. Journal of Biological Chemistry, Baltimore, v.135, n.1, p.136-175, Jan. 1944.

PRESSSEY, R.; AVANTS, J. K. Separation and characterization the exopolygalacturonase e endopolygalacturonase from peaches. Plant Physiology, Baltimore, v.52, n.3, p. 252-256, 1973. doi

SCALON, S. P.Q; DELL’OLIO, P.; FORNASIERI, J. L. Temperatura na conservação pós colheita de Eugenia Uvalha Cambess – Mirtaceae. Ciência Rural, Santa Maria, v.34, n.6, p.1965-1968, 2004.  doi

SILVA, E.P.; VILAS BOAS, E. V.; RODRIGUES, L. J.; SIQUEIRA, H. H. Caracterização física, química e fisiológica de gabiroba (Campomanesia pubescens) durante o desenvolvimento. Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, v.29, n.4, p.803-809, 2009. doi

VILAS BOAS, E. V. Aspectos fisiológicos do desenvolvimento de frutos. Lavras: UFLA, Fundação de Apoio, Pesquisa e Extensão ao Ensino, 1999. 75p.