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Amostragem em Conglomerados pelo Método de Bitterlich em Floresta Ombrófila Mista

DOI: http://dx.doi.org/10.14583/2318-7670.v02n04a02

http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/nativa/index 

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Fabiane A. S. Retslaff1, Mayara D. Lana2, Betina Doubrawa1, Afonso Figueiredo Filho1 & Sylvio Péllico Netto1

 

Resumo: O objetivo deste trabalho foi estimar a área basal por dois processos de amostragem em conglomerados, arranjos estruturais diferenciados em cruz e em linha, comparando com o censo, em um remanescente de Floresta Ombrófila Mista no estado do Paraná, utilizando o método de Bitterlich. Os dados utilizados são provenientes de parcelas permanentes instaladas na Floresta Nacional de Irati. Na área foram distribuídos pontos de modo sistemático e sobre os pontos foram alocados 23 conglomerados em linha e 23 em cruz, cada um com quatro subunidades. O fator de área basal utilizado foi o 2. Não foi detectada diferença significativa (p > 0,05) entre as médias estimadas pelos conglomerados e a obtida pelo censo. Os dois arranjos de conglomerados testados apresentaram erros amostrais baixos (menor que 7%) e equivalentes, mas com superestimativas em relação à área basal média paramétrica, sendo que o arranjo em cruz apresentou uma diferença menor (2,9%) que o arranjo em linhas (4,9%). Embora o método de Bitterlich não seja muito utilizado em Floresta Ombrófila Mista, sua utilização em conglomerados, tanto em linha como em cruz, mostrou-se preciso para a estimativa da área basal por hectare.

Palavras-chave: inventário florestal, georreferenciamento, área basal

 

Abstract: The aim of this study was to estimate the basal area for two cluster sampling procedures, structural cross and line arrangements, comparing with complete inventory, in a fragment of Araucaria Forest in Parana State, using the Bitterlich method. The data used came from permanent plots established in the Irati National Forest. Sample points were distributed in a systematic way and each point were allocated 23 sampling clusters in line and 23 sampling clusters in cross both with four subunits each. The basal area factor used was 2. No significant difference was detected (p > 0.05) between the estimated averages by sampling clusters and obtained by the complete inventory. The two arrangements of clusters tested had low sampling errors (less than 7%) and equivalent, but with overestimation compared to the average parametric basal area, and the arrangement in cross showed a smaller difference (2.9%) than the arrangement in lines (4.9%). Although Bitterlich method is not widely used in Araucaria Forest, its use in sampling cluster, structured in cross or in line arrangements, was accurate for de basal area estimation.

Key words: forest inventory, georeferencing, basal area

 

1 Departamento de Engenharia Florestal, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, Paraná, Brasil. E-mail: faretslaff@gmail.com
2 Departamento de Engenharia Florestal, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil

 

Literatura Citada

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