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Formação de Educadores e o Trabalho na Educação não Formal: Juventude, Cidade e Tempo Livre

DOI: http://dx.doi.org/10.15600/2238-121X/comunicacoes.v19n1p57-70

https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/comunicacao 

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Renata S. Fernandes1

 

Resumo: Este artigo trata de uma pesquisa-ação desenvolvida em duas organizações não governamentais (ONGs) da cidade de Campinas, São Paulo. Envolve um processo de formação reflexiva e prática para/com seus educadores e coordenadores pedagógicos no intuito de repensarem seus trabalhos educativos, suas metodologias e como as desenvolvem, especialmente no uso, ou não, da cidade como espaço e lugar público de educação, pensando no público jovem frequentador dessas instituições de educação não formal. Sob a perspectiva de se educar da/na/para a cidade, as instituições educacionais não formais e seus educadores podem colaborar com os jovens que têm maior autonomia e independência para circularem pelos espaços da cidade, dando condições para que conheçam e reconstruam os repertórios sociais, culturais, políticos e de lazer disponíveis, de forma ativa, como produtores de cultura. Estas podem colaborar no sentido de dar-lhes condições para escolhas responsáveis de forma a não serem tutelados por adultos e instituições, tornando-se capazes de gerir seus tempos e construir seus mapas de andanças no espaço da cidade como uma experiência de ser cidadão e vivenciar a política no cotidiano.

Palavras-chave: formação de educadores, cidade educativa, educação não formal, jovens e tempo livre

 

Abstract: This article discusses a research program developed in two Non-Governmental Organizations (NGOs) in the city of Campinas, state of Sao Paulo, Brazil. It involves a process of reflective and practical training for / with their educators and coordinators so they can rethink their educational work, their methodologies and how they are developed, especially in the use, or not, of the city as a public space and place of education, considering the youth who attend these institutions of non-formal education. From the perspective of educating from/in/for the city, the non-formal educational institutions and their educators can collaborate with the young people who have more autonomy and independence to move around the city spaces giving them conditions to actively understand and rebuild the available social, cultural, political and leisure repertoires as producers of culture. They can collaborate in giving them the conditions to make responsible choices so as not to need protection from adults and institutions, to manage their time and build their maps of movement within the city space, experiencing citizenship and living politics in the everyday life.

Key words: teacher training, educational city, non-formal education, youth and leisure time

 

1 Docente do Programa de Mestrado em Educação – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unisal – Americana/SP E-mail: rsieirof@hotmail.com renata.fernandes@am.unisal.br

 

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