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O Demoníaco, as Representações do Mal, os Sistemas de Acusação e de Inquisição no Protestantismo Histórico Brasileiro

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1078/er.v21n33p59-107

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Leonildo S. Campos1

 

Resumo: Os protestantes históricos brasileiros sempre deram pouca atenção às representações do demoníaco e do mal em sua retórica. Porém, no final do século XX, o seu discurso sobre o demoníaco não era mais o mesmo. Os motivos para tal mudança são vários e vão desde o surgimento de novos movimentos religiosos, a explosão pentecostal, o pluralismo, a competição no campo religioso, o avanço do processo de secularização, até o utilitarista da cultura moderna. Foi assim que o demoníaco se tornou um tema mais freqüente em sua retórica do que antes. Essa objetivação do demoníaco ficou mais fácil de ser percebida na retórica posterior às crises políticas e econômicas a partir dos anos 30, principalmente por causa da erupção de mentalidade autoritária desencadeada e aproveitada pelo Golpe Militar de 1964. Intensificou-se, nesse período, a tendência de associar o demoníaco com as estruturas econômicas, políticas e religiosas. Houve, também, aprofundamento da tendência de relacionar o demoníaco com coisas como materialismo, secularismo, comunismo, catolicismo, corrosão da teologia ortodoxa, ameaça cultural às regras de pureza e moralidade, aproximação ecumênica com outras religiões ou a abordagem crítica da Bíblia por leigos e pastores. Ao lado dessa crescente dificuldade retórica de se falar sobre o diabo de forma tradicional e indireta, aumentou-se a presença do demoníaco no discurso pentecostal. Na articulação desse novo discurso, os neopentecostais levaram vantagem, pois foram eles que melhor descobriram os meios de instrumentalizar a demonologia que sempre esteve presente na religiosidade popular brasileira.

Palavras-chave: protestantismo; diabo; demonologia; retórica protestante; representação do mal; demoníaco; sistemas de acusação; heresia.

 

Abstract: Brazilian Protestants of the historic type never paid much attention in their rhetoric to representations of the demonic and of evil. Nevertheless, by the end of the Twentieth Century their discourse about the demonic was no longer the same. The reasons for this change are several and run from the rise of new religious movements through the Pentecostal explosion, pluralism, competition in the religious realm, to the utilitarian side of modern culture. Thus it was that the demonic became a more frequent theme in their rhetoric than it had been before. This objetivation of the demonic became easier to see in the rhetoric that followed the political and economic crises which began in the 1930’s. Especially because of the eruption of an authoritarian mentality which was let loose and made use of by the military coup of 1964. The tendency was intensified in this period to relate the demonic with things like materialism, secularism, communism, Catholicism, the corrosion of orthodox theology, cultural threats to the rules of purity and morality, ecumenical closeness to other religions, and the critical approach to the Bible taken by pastors and laity. Alongside this growing difficulty in talking about the Devil in a traditional and indirect manner, the presence of the demonic grew in Pentecostal discourse. In articulating this new discourse, the Neo-Pentecostals got the advantage, because they were the ones who did the best job of finding ways to instrumentalize the demonology which had always been present in Brazilian popular religiosity. The rhetoric of recent decades shows that the historic Protestants are no longer able to articulate a discourse which ignores the forces of the demonic which are made tangible in the media and in political, social, and economic structures. With this they imitate Neo-Pentecostal rhetoric, which corresponds better to the demands of contemporary Brazilian society.

Key words: Protestantism; Devil; Demonology; Protestant Rhetoric; Representations of Evil; the Demonic; Systems of Accusation; Heresy.

 

1 Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião e do Programa de Pós- Graduação em Administração da Universidade Metodista de São Paulo. É autor do livro Teatro, templo e mercado: organização e marketing de um empreendimento neopentecostal, 1. ed., Petrópolis-São Paulo, Vozes-Simpósio-Umesp, 1997. E-mail do autor: leocamps@uol.com.br

 

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