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Visionary Experience in Early Christianity: Spontaneous or Culturally Oriented?

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1078/er.v21n33p180-188

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/ER/index 

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Paulo Nogueira1

  

Abstract: This article treats the apparent contradiction between the spontaneity of religious experience in ancient Judaism and in early Christianity (negated in much of the scholarship) and the fact that it manifests itself according to guidelines predetermined by the tradition. The hypothesis that is defended here is that visionary experience or experience in trance (such as glossolalia) can only be legitimate when it makes reference to the forms of expression of the group to which it belongs.

Key words: Religious experience, visions, ecstasy, New Testament

 

Resumo: Este artigo aborda a aparente contradição entre a espontaneidade da experiência religiosa no judaísmo antigo e no cristianismo primitivo (negada em boa parte da pesquisa) e o fato dela se manifestar segundo padrões pré-determinados pela tradição. A hipótese aqui defendida é que só pode ser legítima a experiência visionária ou de transe (como a glossolalia, por exemplo) quando ela faz referência às formas de expressão do grupo a que pertence.

Palavras-chave: experiência religiosa, visões, êxtase, Novo Testamento

 

1 É professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião e na Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo.

 

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