Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Psicoterapia Breve Operacionalizada com Pessoas Idosas

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v15n2p135-144

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/MUD/index 

downloadpdf

Miriam Altman1, Kayoko Yamamoto2 & Leila S. P. C. Tardivo3

 

Resumo: O objetivo desse artigo foi verificar a eficácia da Psicoterapia Breve Operacionalizada com uma pessoa idosa. Utilizamos como instrumento para diagnóstico a EDAO, Escala Diagnóstica Operacionalizada. Usamos a técnica da Psicoterapia Breve num total de três entrevistas e doze sessões. A paciente é casada, 92 anos, filhos adultos e independentes que a ajudam muito. Sua queixa é que não conseguia adaptar-se à situação atual, em função de uma paralisia que culminou na impossibilidade de executar movimentos importantes. Sofria muito, pois a impedia de exercer sua autonomia, como cozinhar e limpar a casa. Os resultados obtidos após a intervenção foram considerados positivos, pode entrar em contato com novas alternativas ocupacionais, diminuindo sua hostilidade com relação ao fato de depender dos familiares. Nossa experiência favorece a compreensão de que a PBO pode ser útil para pessoas dessa faixa etária, contribuindo para que elas encontrem formas mais adequadas de lidar com seus conflitos.

Palavras-chave: idoso, psicoterapia breve e operacionalizada; idosismo; preconceito.

 

Abstract: The objective of this article was to verify the efficacy of the Brief Operational Psychology in the treatment of an elderly person. The diagnostic instrument was the Operational Diagnostic Scale. The Brief Psychotherapy technique was used in three interviews and twelve sessions. The patient was a married woman, 92 years-old, with adult, independent, and attentive children. Her complaint was that she could not adapt to her current situation, due to a paralysis that prevents her from executing important movements. She was suffering because she could no longer be autonomous. The results obtained after the intervention were considered positive. She was presented to new occupational alternatives, diminishing her hostility to the fact that she depended on her family. The experience favored the understanding that Brief Occupational Psychotherapy can be useful to the elderly, helping them to better deal with their conflicts.

Key words: aged; brief and operational psychotherapy; ageism; prejudices.

 

1 Aluna do Curso de Pós-graduação em Psicologia Clínica, Universidade de São Paulo
2 Professora doutora do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia, USP.
3 Professora associado do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia, USP; coordenadora do projeto APOIAR.

 

Literatura Citada

Bianchi, H. (1993). O Eu e o Tempo - Psicanálise do tempo e do envelhecimento. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Braier, E. A. (1984). Psicoterapia Breve de Orientação Psicanalítica. São Paulo: Martins Fontes.

Capitanini, M. E. S. (2000). Solidão na velhice: realidade ou mito? In A. L. Neri & S. A. Freire (Eds.), E por falar em boa velhice. Campinas: Papirus.

Diniz, D. (2007). A Velhice. In O. V. Forlenza & O. P. Almeida (Eds.), Depressão e Demência no Idoso: tratamento psicológico e farmacológico (pp. 83-95). São Paulo: Lemos.

Freud, S. (1904-1905/1969). Sobre a psicoterapia. In S. Freud (Ed.), Edição standard das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. VII, pp. 267- 278). Rio de Janeiro: Imago.

Gavião, A. C. D. (1996). Envelhecimento e psicoterapia psicanalítica: um estudo- piloto através do método de Rorschach. Mestrado (não publicada), Instituto de Psicologia, USP, São Paulo.

Goldfarb, C. D. (2004). O idoso fragilizado e a família: representações, preconceitos, conflito e solidariedade. Seminário Velhice Fragilizada. Portal do SESCSP (nov. 2006). Goldfarb, C. D., & Ferraz, F. C. (2004). Demências. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Martins, R. C. (1998). Psicoterapia do idoso: uma revisão da literatura. Estudos de psicologia, 15(1), 27-38. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-166X1998000100002

Oliveira, R. C. S. (2002). Velhice: teorias, conceitos e preconceitos. A terceira Idade, 13(25), 36-51.

Pacheco Filho, R. A. (2002). A Psicanálise e as mulheres e homens de ‘uns tantos ou quantos anos’. Revista Kairós Gerontologia (Caderno Temático 2), 2.

Paschoal, M. P. S. (2001). Epidemiologia do Envelhecimento. São Paulo: Atheneu.

Simon, R. (1989). Psicologia Clínica Preventiva: Novos Fundamentos. São Paulo: EPU.

Simon, R. (1996). Psicologia Clínica Preventiva: Novos Fundamentos. (Encarte). São Paulo: EPU.

Simon, R. (1996). Do “diagnóstico à psicoterapia breve”. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 45(7), 403-408.

Simon, R. (2000). Reflexões sobre a Prática da Psicoterapia Psicanalítica. Trabalho apresentado em 4º Encontro do Curso de Especialização em PsicoterapiaPsicanalítica. Retrieved Data da consulta.

Simon, R. (2005). Psicoterapia Breve Operacionalizada - Teoria e Técnica. São Paulo: Casa do Psicólogo.