Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Uma Criança com Câncer Atendida Pela Equipe Multiprofissional da Clínica de Dor

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v15n2p171-177

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/MUD/index 

downloadpdf

Christiane P. Rosa1 & Fernanda R. Lione2

 

Resumo: Dentre os tumores sólidos, o neuroblastoma é o tumor de localização extra-encefálica mais freqüente, correspondendo a 8-10% do total de casos de câncer infantil. A idade média ao diagnóstico é de dois anos e 90% são diagnosticados com idade menor de cinco anos. Descrevemos o caso de uma menina, dois anos e 9 meses, com diagnóstico de Neuroblastoma, estádio IV. Foi submetida a cirurgia, quimioterapia e realizou transplante autólogo de medula óssea, seguido de radioterapia. Em diversos momentos do tratamento, a mãe da paciente solicitou apoio psicológico para orientação e suporte, o que lhe proporcionou melhor enfrentamento diante da situação. Treze dias antes de falecer, a menina recebeu os cuidados da equipe de dor, para lhe oferecer conforto.

Palavras-chave: neuroblastoma, crianças, suporte psicológico, dor, morte, luto.

 

Abstract: Among the solid tumors, neuroblastoma is the most common tumor with extra-encephalic location, corresponding to 8-10% of all cases in pediatric cancer. The diagnosis average age is two years, and 90% of the cases are diagnosed when the child is less than five years old. The case of a 2.9 year old girl who was diagnosed with stage IV neuroblastoma was described. She was submitted to surgery, chemotherapy and bone marrow transplantation, followed by radiotherapy. In several moments of the treatment, her mother asked for psychological support; she was oriented and received emotional support, which assisted her to able to deal with her situation. Thirteen days before the girl died, the patient received treatment from the pain team to relieve her pain and give her some comfort.

Key words: neuroblastoma; child; psychological support; pain; death; bereavement

 

1 Médica anestesiologista do Serviço Médico de Anestesiologia do Hospital Sírio Libanês, membro do Núcleo de Dor do Hospital Sírio Libanês. Certificado de Atuação em Dor pela AMB/SBA. Mestre pelo Departamento de Ortopedia e Reabilitação da Faculdade de Medicina da USP, Ribeirão Preto.Endereço para correspondência: fernanda.dilione@hsl.org.br
2 Coordenadora da Unidade de Psicologia do Hospital Sírio Libanês, São Paulo; Mestre em Psicologia da Saúde pela City University, Londres; Especialista em Psico-Oncologia pela Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia; Especialista em Cuidado ao Paciente com Dor pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Hospital Sírio Libanês; Psicoterapeuta com enfoque fenomenológico-existencial.

 

Literatura Citada

Anghelescu, D. L., Burgoyne, L. L., Oakes, L. L., & Wallace, D. A. (2005). The Safety of Patient-Controlled Analgesia by Proxy in Pediatric Oncology Patients. Anesth Analg, 101, 1623-1627. http://dx.doi.org/10.1213/01.ANE.0000184198.13285.33

Birmingham, P. K., Wheeler, M., Suresh, S., Dsida, R. M., Rae, B. R., Obrecht, J., et al. (2003). Patient-controlled epidural analgesia in children: can they do it? Anesth Analg, 96(3), 686-691.

Bromberg, M. H. P. F. (1994). Famílias enlutadas. In M. M. M. J. Carvalho (Ed.), Introdução à psiconcologia. Campinas: Editoral Psy II.

Cytrynowicz, M. B. (2000). O tempo da infância. Rev Assoc Bras Daseinsanal., 9, 54-73.

Di Lione, F. R. (2001). A criança existindo com câncer. Rev Assoc Bras Daseinsanal, 10, 72-85.

Himelstein, B. P., Jackson, N. L., & Pegran, L. (2001). The Power of Silence. Journal of Clinical Oncology, 19, 3996.

Marchetti, G., Calbi, G., & Vilanni, A. (2000). PCA in the Control of Acute and Chronic pain in Children. Pediatr. Med. Chir., 22, 9-13.

Marec-Bérard, P., Delafosse, C., & Foussat, C. (2005). Douleurs et tumeurs osseuses malignes de l’enfant et de l’adolescent. Archives de Pédiatrie, 12(2), 191-198. http://dx.doi.org/10.1016/j.arcped.2004.11.026

Miller, K. E., Miller, M. M., & Jolley, M. R. (2001). Challenges in Pain Management a the End of Life. American Academy of Family Physicians, 10.

Penson, R. T., Partridge, R. A., Shah, M. A., Giansiracusa, D., Chabner, B. A., & Lynch, T. J., Jr. (2005). Fear of death. Oncologist, 10(2), 160-169. http://dx.doi.org/10.1634/theoncologist.10-2-160

Perina, E. (1994). Câncer infantil: a difícil trajetória. In M. M. M. J. Carvalho (Ed.), Introdução à psiconcologia. Campinas: Editoral Psy II.

Piaget, J. (1999). A linguagem e o pensamento da criança (M. Campos, trad. 7ª ed.). São Paulo: Martins Fontes (Original de 1961).

Saarto, T., James, R., Tenhunen, M., & Kouri, M. (2002). Palliative radiotherapy in the treatment of skelatal metastasis. European Journal of Pain, 323-330. http://dx.doi.org/10.1016/S1090-3801(02)00028-9

Sakata, R. M., & Issy, A. M. (2004). Dor no câncer. In R. M. Sakata (Ed.), Guia de Medicina Ambulatorial e Hospitalar: Dor (pp. 117-125). Barueri, São Paulo: Manole.

Silva, M. A. S. (2005). PCA evidências: vantagens e desvantagens. In: , outubro de 2005. Arquivos. São Paulo:; 2005. p. Paper apresentado em 7o SIMBIDOR: Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre Dor, São Paulo.

Tengan, S. K. (2003). Tratamento psicológico da dor na infância. In M. J. Teixeira (Ed.), Dor: contexto multidisciplinar (Cap. 58, pp. 739-742). Curitiba: Editora Maio.

Torres, W. C. (1999). A criança diante da morte: desafios. São Paulo: Casa do Psicólogo.