Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Saúde Pública: A Interferência de Crenças, Valores Sociais e Atitudes em Odontologia Preventiva para Bebês

DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v13n1p107-150

https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/MUD/index 

downloadpdf

Valquiria  S. Djehizian1 & Aracy W. P. Spínola2

 

Resumo: O objetivo foi identificar crenças e valores de mães de crianças pequenas. Foram entrevistadas 282 mães de crianças, de 0 a 4 anos de idade, utilizandose de um protocolo de pesquisa com as mães, informadas sobre o trabalho e convidadas a participar, com anonimato e direito à desistência. As crianças tinham idade entre 6 e 48 meses; 70%, na faixa de 6 e 24. As mães tinham ensino médio completo. Aproximadamente, 95% tinham amamentado no peito; 67% consideravam o leite materno suficiente nos primeiros 6 meses. Após o desmame, 60% usavam leite Longa Vida; 80% não usavam adoçante, porque a criança aceitava bem o sabor natural; 20% pensavam em prevenir a cárie; 30% adicionavam farináceos ou achocolatados; 70% usavam leite; 95% davam suco de frutas, e 70% não adicionavam açúcar. A chupeta fora usada por 70%, como calmante e para interromper o choro; 40% das crianças usaram até 18 meses, ocasião em que 70% tinham abandonado. Os índices de dentes cariados extraídos e obturados foi de 0,23, e da prevalência de cárie igual a 6,03%, semelhantes a estudos recentes.

Palavras-chave: saúde pública; odontopediatria; bebês; crianças; psicologia da saúde; psicologia preventiva; grupos operativos

 

Abstract: With the objective of identify beliefs and values of mothers of early children, 282 women, who had kids aged from 0,5 to 4 yrs, were interviewed, with aid of a protocol research. Mother was informed about this research and invited to participate, anonymously and right to give-up at any time. The children aged between 6 months and 4 yr; 70% between 6 and 24 months. All the mothers had completed the high school, and approximately 95% had breast-fed, and 67% considered the mother milk was enough for the baby during the first 6 months. After weaning, 60% used long life milk; 80% didn’t use sweeten because children well accepted natural flavours; 20% thought of preventing cavity; 30% added cereal or chocolate flours; 70% used milk; 95% gave fruit juices, and 70% didn’t use sugar. Dummy had been used by 70%, as calming and to interrupt crying; 40% of children had used rubber nipple until 18 months, occasion in which 70% had abandoned. Extracted and filled teeth rating was 0.23, and the prevalence of cavity was 6.03%, similar to those reported in recent papers.

Key words: public health; paediatric dentistry; infants; children; health care psychology; preventive psychology, operative groups.

 

1 Mestre em Saúde Pública pela FSP da USP.
2 Professora doutora da Faculdade de Saúde Pública da USP, orientadora. Correspondência sobre este artigo pode ser enviada para Valquíria de Souza Djehizian. E-mail: djehizian13@aol.com

 

Literatura Citada

Araujo, B. A., & Figueiredo, M. C. (1997). Promoção de saúde em odontopediatria. In L. Kriger (Ed.) Promoção de Saúde Bucal. São Paulo: Aboprev. Artes Médicas.

Berger, P. L., & Luckmann, T. A. (1974). A construção social da realidade. Petrópolis: Vozes.

Blair, G. M., Jones, S., & Simpson, R. H. (1967). Psicologia educacional. São Paulo: Cia. Ed. Nacional, USP.

Botazzo, C. (1994). Saúde bucal nas práticas coletivas de saúde. São Paulo: Edis.

Camargo, M. C. F. (1998). Programa preventivo de má-oclusões para bebês. In E. N. Gonçalves & C. Feller (Eds.) Atualização na clínica odontológica. São Paulo: Artes Médicas.

Charon, J. M. (1999). Sociologia. São Paulo: Saraiva.

Corrêa, M. S. N. P. (1998). Odontopediatria na primeira infância. São Paulo: Santos.

Durkheim, E. (1966). As regras do método sociológico. São Paulo: Nacional.

Fichter, J. H. (1967). Sociologia. São Paulo: Herder.

Foster, G. M. (1997). As culturas tradicionais e o impacto da tecnologia. Rio de Janeiro: McGraw-Hill.

Freitas, M. E. (1991). Cultura organizacional: formação, tipologias, impacto. São Paulo: McGraw-Hill.

Gil, A. C. (1999). Métodos e pesquisa social. São Paulo: Atlas.

Ginsberg, M. (1966). Psicologia da sociedade. Rio de Janeiro: Zahar.

Guedes-Pinto, A. C. (1997). Odontopediatria (6a. ed.). São Paulo: Santos.

Hilleboe, H. E., & Larimore, G. W. (1965). Medicina preventiva, princípios de prevenção aplicáveis à ocorrência e à evolução das doenças. Rio de Janeiro: Centro de Publicações Técnicas da Aliança.

Klausmeier, H. J. (1977). Manual de Psicologia Educacional: Aprendizagem e Capacidades Humanas. São Paulo: Harbra.

Kluckhohn, M. (1949). Um espelho para o homem. Rio de Janeiro: Zahar.

Krech, D., & Crutchfield, R. S. (1963). Elementos de psicologia. São Paulo: Pioneira. Leavell, H. R., & Clark, E. G. (1976). Medicina preventiva. Rio de Janeiro: McGraw-Hill.

Lino, A. P. (1994). Ortodontia preventiva básica. S. Paulo: Artes Médicas. Lone, S., & Blinkhorn, A. S. (1993). Oral health promotion. New York: Oxford University.

Morgan, G. (1996). Imagens da organização. São Paulo: Atlas.

Moss, S. J. (1996). Crescendo sem cárie: um guia preventivo para dentistas e pais. São Paulo: Quintessence.

Motta, F. C. P., & Caldas, M. P. (1997). Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo: Atlas.

Moysés, S. J. (1997). O conceito de promoção da saúde na construção de sistemas de atenção em saúde bucal coletiva. In L. Kriger (Ed.), Promoção de saúde bucal. São Paulo: Aboprev e Artes Médicas.

Narvai, P. C. (1993). Prática odontológica no Brasil: propostas e ações no período 1952-92. Dissertação de Mestrado (não publicada), Faculdade de Saúde Pública, USP, São Paulo.

Narvai, P. C. (1994). Odontologia e saúde bucal coletiva. São Paulo: Hucitec.

Oliveira, S. L. (1997). Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira.

Pinto, V. G. (2000). Saúde bucal coletiva (4a. ed.). São Paulo: Santos.

Ramos, B. C., & Maia, L. C. (1999). Cárie tipo mamadeira e a importância da promoção de saúde bucal em crianças de 0 a 4 anos. Rev. Odontologia Univ. São Paulo, 13(3), 303-311. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631999000300016

Rocher, G. (1971). Sociologia geral (Vol. 1). Lisboa: Presença.

Rossetti, H. (1999). Saúde para a odontologia. São Paulo: Santos.

Rouquayrol, M. Z., & Pontes, L. R. S. K. (1994). Epidemiologia e Saúde (4a. ed.). Rio de Janeiro: Medsi.

Sampaio, M. S. (1994). Odontologia holística, a natureza, os dentes e a saúde. São Paulo: FSP-USP.

Santos, N. M. B. F. (1992). Impacto da cultura organizacional no desempenho das empresas, conforme mensurado por indicadores contábeis – um estudo interdisciplinar. Tese de Doutorado (não publicada), Faculdade de Economia e Administração, USP, São Paulo.

Silva, B. (1987). Dicionário de ciências sociais. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.

Tamayo, A. (1998). Valores organizacionais: sua relação com satisfação no trabalho, cidadania organizacional e comprometimento afetivo. Revista de Administração, 33(3), 56-63.

Walter, L. R., & Ferelle, A. (1995). Odontologia para bebês. São Paulo: Artes Médicas.

Weyne, S. C. (1997). Construção do paradigma de promoção de saúde: um desafio para as novas gerações. In L. Kriger (Ed.), Promoção de Saúde. São Paulo: Aboprev e Artes Médicas.

Witt, A. (1973). Metodologia de pesquisa. São Paulo: Resenha Tributária Ltda.