Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Ocupação e Impactos Decorrentes da Expansão Urbana da Cidade de Parauapebas, Estado do Pará

DOI: http://dx.doi.org/10.17553/2359-0831/ihgp.n1v1p123-134

http://www.ihgp.net.br/revista/index.php/revista 

downloadpdf

Ana M. M. Furtado1 & Franciney C. da Ponte2

 

Resumo: Localizada na mesorregião do Sudeste paraense, distando 645 km da capital Belém, a cidade sede do município de Parauapebas surgiu como um núcleo urbano planejado em função da exploração do minério de ferro na Serra dos Carajás, tendo o mesmo sido desmembrado de Marabá. Com uma população expressiva de aproximadamente 200.000 habitantes distribuídos em uma área de 10.238,7 Km2, com 50% na área urbana, hoje se revela o município de maior crescimento demográfico no estado do Pará. Seu crescimento acelerado resultou da anexação da área de mineração que antes pertencia a Marabá e que hoje comporta a maior jazida de ferro do planeta, explorada pela CVRD (Companhia Vale do Rio Doce), onde também se explora o níquel, o ouro e o cobre. Planejada para servir de abrigo aos trabalhadores e para instalação de empreendimentos, este se tornou insuficiente para alojar o grande contingente de migrantes e que passaram a ocupar Parauapebas, cuja área urbana vem incorporando muitas áreas rurais com dezenas de invasões que vem trazendo graves problemas ambientais. Esse intenso processo de urbanização torna imprescindível o estudo de suas características morfológicas e da dinâmica espacial do meio físico com vistas a mostrar o uso e ocupação indiscriminada do solo e do sítio urbano em expansão para os compartimentos topográficos referentes à Depressão Periférica e o Planalto Dissecado do Sul do Pará, constituídos por relevos de baixos platôs, colinas e Morrotes, com amplitude altimétrica de 400 à 800 metros. A cidade surgiu no terraço do médio curso do rio Parauapebas, estando localizado na faixa de transição de domínios morfoclimáticos em planaltos e depressões revestidos por florestas. O trabalho terá como objetivo avaliar os impactos sócio-ambientais desencadeados, através da utilização de produtos orbitais e aerotransportados, visando uma apreciação sobre as áreas de riscos resultantes da expansão urbana, cuja ocupação indiscriminada vem originando conseqüências adversas.

Palavras-chave: Riscos, impactos, geotecnologia, expansão urbana.

 

Resumen: Situado en la región media de Para el sureste, situada 645 kilometros de la capital Belém, la cabecera municipal de la ciudad Paraupebas surgió como un centro urbano planificado debido a la exploración de mineral de hierro en la Serra dos Carajás, que luego fue desmembrado Maraba. Con una importante población de aproximadamente 200.000 habitantes repartidos en una superficie de 10.238,7 km2, con un 50% en las zonas urbanas, hoy revela el municipio más grande de crecimiento de la población en el estado de Pará. Su rápido crecimiento ha sido resultado de la anexión de la zona minera que anteriormente pertenecía a Maraba y hoy comprende la mayor mina de hierro en el mundo, operada por CVRD (Companhia Vale do Rio Doce), que también explora el níquel, el oro y el cobre . Planeado para proporcionar trabajadores de los refugios y el establecimiento de empresas, esto se convirtió en insuficiente para dar cabida a la gran cantidad de migrantes y se han trasladado a Paraupebas cuya área urbana ha incorporado muchas zonas rurales con decenas de invasiones que ha traído serios problemas ambientales. ste intenso proceso de urbanización hace necesario el estudio de sus características morfológicas y dinámicas espaciales del medio físico con el fin de mostrar el uso y aprovechamiento de la tierra y el sitio indiscriminada expansión urbana en los compartimentos topográficas en relación periférica Depresión y la meseta disecada Sur de Pará, relieves hecho de mesetas bajas, colinas y Morrotes con rango altimétrico de 400 a 800 metros. La ciudad se produjo en el curso medio del río Paraupebas, está situado en la zona de transición de zonas de mesetas y valles cubiertos con bosques de terraza morfoclimáticas. El trabajo tendrá como objetivo evaluar los impactos sociales y ambientales provocados por el uso de productos orbitales y suspensión en el aire, con el objetivo de evaluar las zonas de riesgo de la expansión urbana, cuya ocupación indiscriminada está provocando consecuencias adversas.

Palabras clave: Los riesgos, impactos, geotecnia, la expansión urbana

 

1 Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Profª. da Faculdade de Geografia e Cartografia, Laboratório de Análise da Informação Geográfica, Av. Augusto Corrêa - Campus Belém, CEP: 66.075-110 – Belém – PA, Brasil. E-mail: amedfurt@ufpa.br
2 Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Profº. da Faculdade de Geografia e Cartografia, Laboratório de Análise da Informação Geográfica, Av. Augusto Corrêa - Campus Belém, CEP: 66.075-110 – Belém – PA, Brasil. E-mail: fcponte@ufpa.br

 

Literatura Citada

AB’SABER, A. N. Da Serra Pelada a Serra dos Carajás. In. Amazônia do Discurso a Praxis. p. 237-286. Edusp. 2ª edição. 2004.

CORRÊA, E. Cidades que mais desmatam tem aumento populacional. Jornal O Liberal. Belém-PA. p. 13, 11 de janeiro de 2011.

CORRÊA, E. Chuvas ameaçam áreas de ocupação. Parauapebas: águas dos rios e igarapés estão subindo em vários pontos da cidade. Jornal O Liberal. Belém-PA. p. 16, 30 de janeiro de 2011.

CORRÊA, E. Chuvas fortes castigam Parauapebas. Jornal O Liberal. Belém-PA. p. 06, 17 de março de 2011.

CREPANI, E. MEDEIROS, J. S. Imagens fotográficas derivadas de MNT do projeto SRTM para fotointerpretação na Geologia, Geomorfologia e Pedologia. São José dos Campos: INPE, 2004.

ESRI - Enviromental Systems Research Institute. ArcGIS Desktop help. Redlands, 2006.

IBGE. Instituto de Desenvolvimento Geográfico e Estatístico. Cidades: Parauapebas- PA. Disponível: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm. Acesso em: 28/04/2011.

INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, 2006. Disponível em: < http://www.dgi.inpe.br/CDSR/manage.php?INDICE=L5TM22406420080821&DONTSHOW=0 >. Acesso em: 17 Julho 2009.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, CONAMA. Código Florestal Brasileiro, Lei nº 4.771, de 1965. Acesso em: 27/04/2011. Disponível: www.mma.gov.br/conama

MOURA, A. C. M. Geoprocessamento na gestão e planejamento urbano. 2ª Ed. Belo Horizonte. Ed. da autora. 2005. 294 p. Il.

PALHETA DA SILVA. J. M. Novos municípios, recursos financeiros e gestão municipal: os municípios de Parauapebas e Curionópolis, sudeste do Pará. In. COELHO, M. C., SIMONIAN, L., FENZL, N. (org) Estado e política públicas da Amazônia: Gestão de recursos naturais. Belém. CEJUP. 2000. p.219 – 242.

PROJETO RADAM, Levantamento de recursos naturais: geologia, geomorfologia, solos, vegetação e uso potencial da terra, da folha SB22 Araguaia e parte da folha SC22 Tocantins. 1974.

UMIACS – University of Maryland Institute for Advanced Computer Studies, 2005. Disponível em: ftp://ftp.glcf.umiacs.umd.edu/glcf/SRTM. Acesso em: 24 Abril 2011.

SEMOB. Secretaria Municipal de Obras de Parauapebas. Planta baixa/planimétrica da área urbana de Parauapebas: Hidrografia, rodovias, bairros e perímetro urbano. 2013

SEMOB. Secretaria Municipal de Obras de Parauapebas. Imagem do satélite QuickBird, resolução 2.4 metros. Data de passagem: 2010. 2013.