Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

crosscheckdeposited

Facilidades e Dificuldades Identificadas pelas Enfermeiras Pediatras na Aplicação dos “Cartões de Qualidade da Dor”

DOI: http://dx.doi.org/10.15600/2238-1244/sr.v15n40p3-14

https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/saude/index 

downloadpdf

Lisabelle M. Rossato1, Claudia Ebner2, Lucila C. Nascimento3, Elaine B. C. Damião4, Maria C. P. Rocha5, Danila M. B. Guedes6, Natália P. B. Spósito7, Mily C. M. Ramos8 & Taine Costa9

 

Resumo: A dor pode provocar consequências físicas e emocionais nas crianças e adolescentes. Conhecer a experiência de enfermeiras na utilização de um instrumento multidimensional e direcionado ao público infantil para avaliar a dor demanda compreender as percepções e atitudes das enfermeiras ao vivenciarem situações de dor das crianças e adolescentes. Os objetivos do estudo foram, portanto, identificar as facilidades e dificuldades das enfermeiras no que concerne ao uso de um instrumento multidimensional para avaliar a dor em crianças e adolescentes. Os dados foram coletados por meio de abordagem qualitativa, mediante entrevistas semiestruturadas com nove enfermeiras e analisados conforme a proposta do Discurso do Sujeito Coletivo. A partir dos dados obtidos pelas entrevistas, surgiram dois temas: Dificuldades e Facilidades encontradas por enfermeiras na utilização do instrumento “Cartões de Qualidade da Dor” para a avaliação da dor em crianças e adolescentes. Concluiu-se que as enfermeiras perceberam o impacto positivo dessa ferramenta no cuidado aos pacientes e suas mães e enfrentaram algumas dificuldades devido à inexperiência na utilização do instrumento.

Palavras-chave: avaliação da dor; enfermagem pediátrica; criança; adolescente; instrumentos de avaliação.

 

Abstract: Pain can cause physical and emotional consequences for children and adolescents. To know the nurses’ experience in the use of a multidimensional instrument and directed to children to assess pain, demand to understand the perceptions and attitudes of nurses when they experience situations of pain of children and adolescents. This study aimed to get to identify the facilities and difficulties in the utilization of these cards by the nurses. Data were collected through a qualitative approach, using recorded semi structured interviews with nine nurses and subsequently analyzed in accordance with the Collective Subject Discourse. From the data obtained in the interviews, two themes emerged: difficulties encountered by nurses and facilities in using the instrument “Pain Quality Cards” to assess pain in children and adolescents. It was concluded that the nurses realized the positive impact of this tool in patient care and their mothers and faced some difficulties due to inexperience in using such instruments.

Key words: pain assessment; pediatric nursing; child; adolescent; assessment tools.

 

1 Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.
2 Enfermeira, Mestre em Enfermagem Pediátrica pela Universidade de São Paulo.
3 Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora titular do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
4 Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.
5 Enfermeira, Mestre em Enfermagem Pediátrica pela Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil. Docente do curso de Enfermagem da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).
6 Enfermeira. Discente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (PPGE/ EEUSP).
7 Enfermeira. Discente do PPGE/EEUSP.
8 Enfermeira. Discente do PPGE/EEUSP.
9 Discente do PPGE/EEUSP.

 

Literatura Citada

Rossato LM, Magaldi FM. Instrumentos multidimensionais: Aplicação dos cartões das qualidades da dor em crianças. Rev. Latino-Am Enf. 2006.4(5):702-7.

Ali S, Drendel AL, Beno S. Pain Management of Musculoskeletal Injuries in Children Current State and Future Directions. Pediatr Emer Care. 2010.26(7): 518-28.

Rossato LM. Abordagem da dor na criança e no adolescente. In: Almeida FA, Sabatés AL. Enfermagem pediátrica: a criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri, SP: Manole.2008 (Série Enfermagem).

Hortense P, Zambrano E, Sousa FAEF. Validação da escala de razão dos diferentes tipos de dor. Rev. Latino-Am. Enf. 2008.16(4): 720-6.

Persegona KR, Zagonel IPS. A relação intersubjetiva entre a enfermeira e a criança com dor na fase pós-operatório no ato de cuidar. Esc. Anna Nery Rev. Enferm. 2008.12(3): 430-6.

Correia LL, Linhares MBM. Assessment of the behavior of children in painful situations: literature review. J Pediatr. 2008. 84(6): 477-86.

Queiroz FC. O manejo da dor por profissionais de enfermagem no cuidado de crianças no pós-operatório tardio de cirurgia cardíaca [dissertação]. São Paulo (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP. 2007.

Viana DL. Sensibilizando-se para cuidar: experiência da enfermeira frente à avaliação da dor na criança [dissertação]. São Paulo (SP): Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. 2004.

Claro MT. Dor em pediatria. In: Leão ER, Chaves LD. Dor- 5° sinal vital: intervenções de enfermagem. 2004. 207-18.

Rodrigues J, Santiago L, Ferraz L, Garcia M, Fernandes A. Avaliação da dor nas crianças com deficiência e limitações da comunicação verbal: estudo da praticabilidade da escala Douleur Enfant San Salvador (DESS). Rev. Referência II. jun 2008. 6: 19-26.

Pedroso RA, Celich KLS. Dor: quinto sinal vital, um desafio para o cuidar em enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2006 abr-jun.15(2): 270-6.

Rossato-Abéde LM, Angelo M. Determinando crenças no cuidado de enfermagem a crianças com dor: O contexto familiar. Fam. Saúde Desenv. 2000 jul-dez 2(2): 7-18.

Persegona KR, Lacerda MR, Zagonel IPS. A subjetividade permeando o processo de cuidar em enfermagem à criança com dor. Revista Eletrônica de Enfermagem. 2007 mai-ago. 9(2): 51825.

Quiles MJ, Van-der HCJ, Quiles Y. Pain assessment tools in pediatric patients: a review (2ª parte). Rev Soc Esp Dolor. 2004.11: 360-9.

Pope C, Mays N. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. Porto Alegre: ArtMed.2005.

Minayo MC de S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Edição (32). Rio de Janeiro: Vozes. 2012.

Lefèvre F, Lefèvre AMC. O discurso do sujeito coletivo: um novo enfoque em pesquisa qualitativa (desdobramentos). Edição (2). Caxias do Sul: Educs.2005.

Johansson M, Kokinsky E. The comfort behavioral scale and the modified Flacc scale in pediatric intensive care. Nursing Critical Care. 2009.14(3): 122-30.

Noel M, McMurtry M, Chambers CT, Mc Grath PJ. Children’s memory for painful procedures: the relationship of pain intensity, anxiety, and adult behaviors to subsequent recall. Journal of Pediatric Psychology. 2010.35(6): 626-36.

Vincent CVH, Wilkie DJ, Szalacha L. Pediatric Nurses’ Cognitive Representations of Children’s Pain. The Journal of Pain. 2010.11(9): 854-63.

Silva LDG, Tacla MTGM, Rossetto EG. Manejo da dor pós-operatória na visão dos pais da criança hospitalizada. Esc. Anna Nery. 2010.14(3): 519-26.

Nascimento, LC et al. Mothers’ view on late postoperative pain management by the nursing team in children after cardiac surgery. Rev. Latino-Am. Enfermagem [online]. 2010.18(4): 709-15.

Posso IP, Costa DSP. De quem é a responsabilidade do tratamento da dor pós-operatória? Âmbito Hospitalar. 2005.jan/fev.17(170): 3-8.

Rocha MCP et al. Assessment of pain for nurses in neonatal intensive care unit. Cienc Cuid Saude 2013.out/dez.12(4): 624-632. doi

Vivancos RBZ. Efeito do contato pele a pele imediato ao nascimento na reatividade à dor dos recém-nascidos durante a vacina contra Hepatite B. [dissertação]. Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP.2008.

Price S. Pain: Its experience, assessment and management in children. Nursing Times. 1990.86(9): 42-5.

Vicent C Van H. Nurses’ knowledge, attitudes, and practices regarding children’s pain. 2005.30(3): 177-83.

Queiroz FC et al. Manejo da dor pós-operatória na enfermagem pediátrica: em busca de subsídios para aprimorar o cuidado. Rev. Bras Enferm. 2007.60(1): 87-91.

Twycross A. Managing pain in children: where to from here? Journal of clinical nursing. 2010.19, 2090-9.