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Divulgação Científica: Seleção de Artigos da Coluna Difusão do JC Online

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/978-85-910418-2-4

 

Marcelo Sampaio de Alencar

 

978-85-910418-2-4 frontMuita gente se pergunta, vez por outra, como o conhecimento passa dos centros de pesquisa para a sociedade. Todos concordam que é necessário que isso ocorra, para que a sociedade avance, para que as empresas adquiram conhecimento técnico especializado e para que outras áreas se beneficiem dessa produção do saber.

No passado, o processo de divulgação científica era relativamente simples, por conta da simplicidade inerente às sociedades de então. As universidades organizavam palestras para a população, os monarcas ofereciam prêmios para a solução de problemas mais complexos, que eram divulgados em praça pública, havia revistas e livros dedicados ao tema, que ensinavam os jovens a montar equipamentos ou realizar experimentos.

Claro, o conhecimento ainda era incipiente, comparado com o que os pesquisadores e redes manipulam hoje em dia. As universidades tinham apenas três disciplinas, chamadas cátedras ou cadeiras na época, para a parte básica do curso. Era o chamado Trivium, que consistia em Retórica, Dialética e Gramática. O Quadrivium, a fase de especialização do curso, era formado, por exemplo para um curso de ciências exatas, pelas cátedras de Astronomia, Música, Aritmética e Geometria. O modelo era baseado na proposta de Sócrates para a formação ideal dos guardiães da sociedade, como descrito por Platão em A República.

No Brasil, a divulgação científica começou com a Gazela do Rio de Janeiro, publicada a partir de 1808 na corte, e com o Correios Braziliense, que iniciou sua publicação em Londres, no mesmo ano. Depois apareceram O Investigador Portuguez em Inglaterra e a Idade d'Ouro do Brazil, em 1811, e o Patriota, em 1813. O periódico Annaes das Sciencias, das Artes e das Letras apareceu, em 1819, em Paris.

A difusão científica é necessária porque o impacto que um artigo científico típico tem na sociedade é pequeno, visto que ele é lido, usualmente, por um pequeno número de leitores especializados. Para atingir a população, é preciso que o artigo seja traduzido para um linguajar mais comum, por gente da área de divulgação científica.

Uma publicação que divulga ciência tem um impacto social muito superior ao de uma revista científica, porque leva a informação a um contingente de pessoas milhares de vezes maior. Além disso, a tradução do conhecimento científico possibilita seu uso por 14,8 milhões de micro e pequenas empresas, que empregam 29 milhões de pessoas e possibilitam nada menos que 99,23% de todos os negócios no Brasil.

Este livro, como a coluna que lhe deu origem, tem como finalidade explicar e desmistificar, na medida do possível, as ciências, de modo geral, e as telecomunicações, em particular. Para isso, apresenta e discute temas que interessem ou aflijam o leitor de outras áreas de formação. A informação científica torna o cidadão responsável pela ciência que seu país produz. Entre os temas que compõem o livro estão a história das comunicações, os principais atores, as novas tecnologias e desenvolvimento do setor, as polêmicas e as soluções para problemas da área, a economia, a pesquisa, a academia, e as relações entre os setores público e privado. A difusão dessas informações é o objetivo maior do autor nesses dez anos de publicação da coluna Difusão do JC Online, portal do Sistema Jornal do Comércio de Comunicação, às vezes improváveis, entre temas importantes para a área.

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Dados Catalográficos

Título: Divulgação Científica: Seleção de Artigos da Coluna Difusão do JC Online
Autor(es): Marcelo Sampaio de Alencar
Idioma: Português
Ano: 2010
Páginas: 300
ISSN: 978-85-910418-2-4
DOI: http://dx.doi.org/10.12702/978-85-910418-2-4