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Efeito da Condutividade Elétrica em Solo Cultivado com Capim Tanzânia Irrigado por Diferentes Métodos de Irrigação1

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/iii.inovagri.2015-a043

 

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L. L. de P. Oliveira2, J. L. de A. Silva3, S. S. C. Praxedes4, J. F. de Medeiros3, M. J. da Silva Junior5 & F. M.  S. Bezerra6

 

Resumo: Objetivou-se analisar as implicações do uso de água salina e do método de irrigação no crescimento do capim Tanzânia, em experimento desenvolvido em casa de vegetação da Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, localizada no município de Mossoró – RN, em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 5, com quatro repetições, e os tratamentos consistiram da combinação de dois métodos de irrigação (localizada e aspersão) com cinco níveis de salinidade da água (0,5; 1,5; 2,5; 3,5; e 4,5 dS m-1).  As irrigações foram realizadas diariamente, fornecendo o volume necessário para elevar à umidade do solo à capacidade de campo. Foram utilizadas colunas de PVC de diâmetro de 0,20 m com capacidade de 15 L, as quais foram preenchidos com um solo de textura franco-arenosa. Foram realizadas análises químicas do solo. A cultura utilizada foi o capim Tanzânia. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as variáveis que apresentaram respostas significativas foram analisadas através de teste de comparação de médias pelo teste de Tukey para as variáveis independentes qualitativas (métodos de irrigação), e análise de regressão para as quantitativas (níveis de salinidade). Os valores de CE na profundidade de 0,10 m cresceram com o aumento da salinidade na água de irrigação, sendo esse efeito maior para o sistema de irrigação localizada (gotejamento), variando seus valores médios de 1,33 à 6,58 dS m-1, já para o sistema de irrigação de aspersão (1,31 à 5,70 dS m-1) observou-se menor efeito da salinidade no solo, fato esse, que pode ser justificado pela evapotranspiração ocorrida nesse sistema de irrigação, onde ocorreu uma menor concentração de água no solo.

Palavras-chave: Estresse salino, Fertirrigação, Métodos de Irrigação.

 

Abstract: This study aimed to analyze the implications of saline water use and irrigation method in grass growth Tanzânia, in experiment carried out in a greenhouse of the Federal Rural University of the Semiárid - UFERSA, located in the municipality of Mossoro - RN in design completely randomized factorial 2 x 5, with four replications, and the treatments were a combination of two methods of irrigation (sprinkler and localized) with five water salinity levels (0.5, 1.5, 2.5; 3.5, and 4.5 dS m-1). Irrigation was performed daily, providing the amount needed to raise the soil moisture at field capacity. 0.20 m diameter PVC columns were used with 15 liter capacity, which were filled with a sandy loam soil texture. Chemical analysis of soil were performed. The culture used was the grass Tanzânia. Data were subjected to analysis of variance and the variables that showed significant responses were analyzed by means comparison test by Tukey test for qualitative independent variables (irrigation methods), and regression analysis for quantitative (levels salinity). The EC values in the depth of 0.10 m increased with increasing salinity in the irrigation water, and this effect is greater for the system of drip irrigation (drip), their mean values ranging from 1.33 to 6.58 dS m -1, while for the sprinkler irrigation system (1.31 to 5.70 dS m-1) observed a smaller effect of salinity in the soil, a fact that can be justified by evapotranspiration occurred in irrigation system, where occurred a lower concentration of water in the soil.

Key wordsSalt stress, fertigation, irrigation methods.

 

1 Trabalho executado com recursos do INCTSal/CNPq
2 Mestranda, PPGMSA- DCAT da Universidade Federal Rural do Semiárido, Caixa Postal 137, CEP 59628-680, Mossoró, RN, E-mail: leticia_lissia@hotmail.com;
3 Mestrando, PPGESA- LEB da Escola Superior de Agricultura “Luíz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, ESALQ/USP, E-mail: jose_leoncio@usp.br;
4 Departamento de Ciências Ambientais e Tecnológicas, UFERSA, E-mail: jfmedeir@ufersa.edu.br;

 

Literatura Citada

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