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Estudo da evolução da fragmentação em Floresta Estacional Decidual após 22 anos utilizando métricas de paisagem

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/VIII.SimposFloresta.2014.80-646-1 

 

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Eliziane P. Mello1, Rudiney S. Pereira1, Emanuel A. Silva1, Juliana Tramontina1, Elisiane Alba1, Pablo S. B. da Silva1 & Elisabete M. Zanin2

 

Resumo: A fragmentação em florestas nativas tem ocasionado a perda de hábitat e extinção de espécies. O mapeamento e delimitação dessas conversões em áreas florestais, ao longo de períodos, se faz necessário para avaliar o nível de degradação desses ecossistemas. O objetivo do presente trabalho foi estudar a evolução da fragmentação em uma área de floresta estacional decidual, situada em um Distrito ecoturístico no município de Santiago, RS. Por meio da geração de métricas de paisagem como número de fragmentos, área total e forma, observou-se que, após 22 anos, o número de fragmentos florestais mais do que triplicou, apesar da perda de áreas de remanescentes florestais não ter ultrapassado 1% em relação a sua área total. Os resultados alertam que considerar apenas dados de área total em detrimento de outras métricas, como número de fragmentos, para se avaliar a fragmentação de áreas florestais pode subestimar níveis de degradação ambiental.

Palavras-chave: fragmentos, remanescentes, mata atlântica

 

1 Universidade Federal de Santa Maria (elizianemello@yahoo.com.br; rudiney.s.pereira@gmail.com; emanuelmadster@gmail.com; ju_tramontina@hotmail.com; lisi_alba@hotmail.com; pablo_santos0715@hotmail.com;)
2 Universidade Regional Integrada (emz@uri.com.br)

 

Literatura Citada

BORGES, L.F. et al. Inventário de fragmentos florestais nativos e propostas para seu manejo e o da paisagem. Cerne, Lavras-MG, v.10, n.1, p.22-38, 2004. <http://www.dcf.ufla.br/cerne/artigos/11-02-20096334v10_n1_artigo%2003.pdf>. 20 jul. 2014.

SILVA, A. Ecologia da Paisagem: fundamentos e aplicações. Copacabana, RJ: Papel Virtual Editora, 2004. 143p.