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Florística arbustivo-arbórea em área de mata atlântica 15 anos após a ocorrência de distúrbio antrópico

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/VIII.SimposFloresta.2014.95-622-1 

 

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Rosival B. de A. Lima1, Roseane K. S. da Silva1, Luiz C. Marangon1 & Ana L. P. Feliciano1

 

Resumo: Estudos sobre a composição florística e a ecologia de comunidades vegetais são fundamentais para embasar quaisquer iniciativas de preservação e conservação de remanescentes florestais. Nesse intuito, esse trabalho objetivou avaliar o estrato arbustivo-arbóreo de uma área de floresta atlântica recuperada por meio da regeneração natural, 15 anos depois de ocorrência de incêndio acidental, no Município de Gameleira, PE. Foram alocadas na área nove parcelas (dispostas aleatoriamente) de 10m x 10 m, totalizando 900 m² de área amostral, para avaliação do estrato arbustivo-arbóreo, registrando-se todos os indivíduos com circunferência a 1,30 m do solo (CAP) ≥10 cm. Registraram-se 218 indivíduos (2.422 ind ha-1), pertencentes a 19 famílias e 29 espécies. Em relação à riqueza de espécies, Fabaceae e Melastomataceae ocuparam a primeira posição com quatro espécies cada. As famílias com maiores representatividades de indivíduos foram: Moraceae, Melastomataceae, Anacardiaceae, Malpighiaceae, Hypericaceae, Araliaceae, Urticaceae, Lecythidaceae, Lamiaceae e Apocynaceae. Essas famílias somaram 193 indivíduos, representando 88,53% do total de indivíduos amostrados. O índice de diversidade de Shannon-Wiener foi de 2,75 nats ind-1. O ambiente analisado está integrado a uma ampla matriz ecológica, permitindo fluxos bióticos e abióticos recíprocos, além disso, os fatores de degradação que ameaçam a sua saúde e integridade foram cessados.

Palavras-chave: composição florística, recuperação florestal, floresta atlântica

 

1 Universidade Federal Rural de Pernambuco (consultoria.florestal2015@gmail.com; roseane.floresta@gmail.com; marangon@dcfl.ufrpe.br; licia@dcfl.ufrpe.br)

 

Literatura Citada

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