Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

Predição da distribuição diamétrica de Inga sp. por meio de modelos probabilísticos, Macapá-AP, Brasil

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/VIII.SimposFloresta.2014.85-586-1 

 

downloadpdf

Raianny N. de Souza1, Lívia M. de Jesus1, Luandson A. de Souza1, Fábio L. Jucá1, Harliany de B. Matias1, Jadson C. de Abreu1 & Perseu da S. Aparício1

 

Resumo: A melhor forma de descrever a estrutura diamétrica de uma espécie é por meio do emprego de funções de densidade probabilística (FDP). Nesse sentido, o objetivo deste trabalho foi analisar a estrutura diamétrica de Inga sp utilizando FDP. O estudo foi realizado em área de várzea no município de Macapá, Amapá. Foram locadas 30 parcelas de 10x15m de forma inteiramente casualizada, adotando-se como critério de inclusão o diâmetro a 1,30m do solo (DAP) ≥ 5cm. Foram ajustadas e testadas funções de densidade e probabilidade de Weibull, Normal, Lognormal, Gama, Meyer e Beta. Para selecionar a função de melhor descrição a respeito da distribuição diamétrica, aplicou-se o teste de Kolmogorov-Smirnov. Dos 51 indivíduos amostrados foram gerados sete classes diamétricas com amplitude ajustada de 5cm. Pelo teste de Kolmogorov-Smirnorv, todas as funções testadas apresentaram respostas estatísticas satisfatórias, com menor ajuste para a função Normal. No entanto, é possível estimar com maior precisão o comportamento da curva de crescimento a partir da função de Weibull, com decréscimo do número de indivíduos a medida que aumenta o diâmetro, característica de florestas naturais.

Palavras-chave: Distribuição probabilísticas, Manejo florestal, Várzea.

 

1 Universidade do Estado do Amapá (raiannynayara@hotmail.com; liviamarques.ueap@gmail.com; luandson_souza@hotmail.com; lacerdafabio@r7.com; harlianymatias@gmail.com; jadsoncoelhoabreu@hotmail.com; perseu_aparicio@yahoo.com.br)

 

Literatura Citada

ALVES JUNIOR, F. T. et al. Estrutura diamétrica de um fragmento de Floresta Atlântica em matriz de cana-de- açúcar, Catende, Pernambuco. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande-PB, v.13, n.3, p.328–333, 2009. <http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662009000300015>.

HIGUCHI, N.; SANTOS, J.; LIMA, A. J. N. Biometria florestal. Manaus: INPA, 2008. 14p.

LORENZI, H. Árvores Brasileiras: Manual de identificação de plantas arbóreas nativas do Brasil. NovaOdessa: Plantarum, 1992. 373p.305

MACHADO, S. A. et al. Funções de distribuição diamétrica em um fragmento de floresta ombrófila mista. Ciência Rural, Santa Maria-RS, v.39, n.8, p.2428-2434, 2009. <http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782009000800024>.

RIBEIRO, N.V. Atlas da várzea: Amazônia Brasil. Manaus: IBAMA, 2007.

SILVA, J. A.; LEITE, E. J.; NASCIMENTO, A. R. T. Padrão de distribuição espacial e diamétrica de indivíduos de Aspidosperma spp na Reserva Genética Florestal Tamanduá, DF. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2004. 21p. (Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Comunicado Técnico, 119).

SIMINSKI, A. et al. Sucessão florestal secundária no município de São Pedro de Alcântara, litoral de Santa Catarina: estrutura e diversidade. Ciência Florestal, Santa Maria-RS, v. 14, n. 1, p. 21-33, 2004. Disponível em: <http://cascavel.ufsm.br/revistas/ojs-2.2.2/index.php/cienciaflorestal/article/view/1778/1044>. Acesso em: 21 jul. 2014.