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Abertura estomática em Adansonia digitata L.

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/VIII.SimposFloresta.2014.207-632-1

 

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Rafaela P. S. de Araújo1, Natália V. da Silva1, Cinthya M. Pacheco1, Rosa L. C. de Moraes1 & Rejane J. M. C. Nogueira1

 

Resumo: O uso do analisador de CO2 a infravermelho-IRGA tem facilitado e acentuado o número de análises das trocas gasosas em espécies vegetais, submetidas a estresses ambientais. No entanto, os estômatos respondem a ação da luz, independentemente dos estresses a que estão sendo submetidos. Dessa forma faz-se necessária a realização de cursos diários das trocas gasosas e das curvas de saturação de luz, antes da diferenciação dos tratamentos, para identificação do melhor horário de avaliação. Para tanto, foram avaliadas as trocas gasosas (fotossíntese-A, a transpiração-E e a condutância estomática-Gs), em mudas de Adansonia digitata L. (baobá) ao longo do dia, em intervalos de duas horas, além da curva de saturação da fotossíntese. Verificou-se que os estômatos de mudas de baobá apresentam a abertura máxima, entre as 9h e 10h e que sob uma exposição de 1400 mol m-2 s -1 de radiação fotossinteticamente ativa, ocorre à saturação da fotossíntese.

Palavras-chave: Baobá; Fotossíntese; Saturação luminosa.

 

1 Universidade Federal Rural de Pernambuco (rafinha.pereira588@gmail.com;natavs08@gmail.com; cinthya.m.pacheco@gmail.com; rosalc.moraes@hotmail.com; rjmansur1@gmail.com)

 

Literatura Citada

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