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Aclimatização ex vitro de Aechmea setigera, bromélia endêmica da Amazônia, Acre, Brasil

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/VIII.SimposFloresta.2014.53-643-1

 

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João R. A. Leão1, Janaína M. Vasconcelos2, Andrea Raposo3, Paulo C. P. Fermino Junior4 & Marcos F. Nicoletti5

 

Resumo: A bromélia Aechmea setigera Martius ex Schultes & Schultes f. é uma espécie epífita nativa da Amazônia Sul-Ocidental. As atividades de desmatamento das florestas estão causando uma redução na biodiversidade das bromeliáceas da Amazônia. Sendo assim, a aclimatização após a produção de mudas por micropropagação consiste numa importante estratégia de propagação e conservação desse recurso genético vegetal. O objetivo deste trabalho foi estabelecer um protocolo para a aclimatização da A. setigera. Após a fase de enraizamento in vitro, a aclimatização dos brotos ocorreu em casa de vegetação tecnológica em substrato comercial, vermiculita e pó de serra, isolados ou associados entre si. Os parâmetros avaliados foram altura das plântulas e número de folhas durante 30, 60 e 90 dias. As plântulas aclimatizadas em casa de vegetação se desenvolveram melhor em substrato comercial ou quando associado à vermiculita e foi obtido uma taxa de sobrevivência de 90%. Conclui-se que a propagação in vitro de A. setigera é uma biotecnologia viável para a produção de mudas clonadas para ornamentação e paisagismo.

Palavras-chave: Aechmea setigera, Casa de vegetação; Micropropagação, Substrato.

 

1 Universidade Federal do Amazonas (ricardo.rivanello@gmail.com)
2 Faculdade Meta (janamv_88@hotmail.com)
3 Embrapa Acre (andrea@cpafac.embrapa.br)
4 Universidade Federal de Santa Catarina (paulofermino@ufac.br)
5 Universidade do Estado de Santa Catarina (marcos.nicoletti@udesc.br)

 

Literatura Citada

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