Купить СНПЧ А7 Архангельск, оперативня доставка

Efeito do déficit hídrico na condutância estomática de dois clones de Eucalyptus spp.

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/VIII.SimposFloresta.2014.3-519-1

 

downloadpdf

Inaê M. de A. Silva1, Michael W. R. de Souza2, Kamilla E. C. de Almeida2, Marcele dos S. Ferreira2, Ariadne Marques2, Janaína F. Gonçalves2 & Marcelo L. de Laia2

 

Resumo:  Neste trabalho, objetivou-se avaliar o efeito do déficit hídrico sobre a condutância estomática de dois clones de Eucalyptus. Para tal utilizou-se mudas dos clones 224 do híbrido de Eucalyptus “urograndis” e 953 do híbrido de E. camaldulensis vs. E. grandis, sensível e tolerante a déficit hídrico, respectivamente. As mudas foram submetidas a irrigação diária por 30 dias, em casa de sombra. Logo após, iniciaram-se os regimes hídricos diferenciados: irrigado - vasos próximos à 60% capacidade de campo e não irrigado. Adotou-se um delineamento inteiramente casualizado, num esquema fatorial 2x2 (regime hídrico: irrigado e não irrigado e genótipo: sensível - 224 e tolerante - 953), com 10 repetições/tratamento. No 10° dia após o início da supressão hídrica, a condutância estomática (Gs) das plantas foi avaliada com o auxílio de um medidor portátil de fotossíntese – IRGA. Os dados foram submetidos a ANOVA, sendo o teste F conclusivo ao nível de 5% de significância. O tratamento não irrigado reduziu significativamente a Gs. Esse declínio da Gs com a diminuição da disponibilidade hídrica é uma conhecida estratégia de tolerância à deficiência hídrica. Provavelmente, os clones estudados apresentam um mecanismo efetivo de controle estomático para perdas de água em resposta à falta d’água.

Palavras-chave: Condutância estomática; Eucalipto; Falta d’água

 

1 Universidade de Brasília (inaemarie@hotmail.com);
2 Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (michaelwillianrocha@gmail.com; kamilla-carvalho@hotmail.com; marcele_s.f@hotmail.com; ariadne.marqs@hotmail.com; gonferja@yahoo.com.br; marcelolaia@gmail.com)

 

Literatura Citada

BARROS, N. F.; NOVAIS, R. F. Eucalipto. In: RIBEIRO, A. C.; GUIMARÃES, P. T. G.; ALVAREZ V., V. H. (Eds.). Recomendações para uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5ª aproximação. Viçosa: Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais, 1999. cap.18, p. 303-305.

FLEXAS, J.; MEDRANO, H. Drought-inhibition of photosynthesis in C3 plants: stomatal and nonstomatal limitations revisited. Annals of Botany, v.89, n.2, p.183-189, 2002. <http://dx.doi.org/10.1093/aob/mcf027>.

LIMA, W. P. Impacto ambiental do eucalipto. São Paulo: EDUSP, 1996. 301p.

NAVARRETE-CAMPOS, D. et al. Drought effects on water use efficiency, freezing tolerance and survival of Eucalyptus globulus and Eucalyptus globulus x nitens cuttings. New Forests, v.44, n.1, p.119-134, 2013. <http://dx.doi.org/10.1007/s11056-012-9305-0>.

REIS, C. A. Novas fronteiras: a visão da Abraf. Opiniões, Ribeirão Preto-SP, jun-ago, 2011. Disponível em: <http://www.revistaopinioes.com.br/cp/materia.php?id=742>. Acesso em: 04 fev. 2014.

TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 719p.

TATAGIBA, S. D. et al.. Comportamento fisiológico de dois clones de Eucalyptus na época seca e chuvosa. Cerne, Lavras-MG, v.13, n.2, p.149-159, 2007. Disponível em: <http://www.dcf.ufla.br/cerne/artigos/16-02-20099857v13_n2_artigo%2004.pdf>. Acesso em: 04 fev. 2014.

VELLINI, A. L. T. T.et al. Respostas fisiológicas de diferentes clones de eucalipto sob diferentes regimes de irrigação. Revista Árvore, Viçosa-MG, v.32, n.4, p.651-663, 2008. <http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622008000400006>.