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Krigagem: Um Estudo Comparativo entre 2 Versões do Arcgis E O R

DOI: http://dx.doi.org/10.12702/IV-SGEA-a51

 

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Rosa1, L. M. F.; Santos2, G. R. dos; Santos3, A. M. R. T.; Medeiros4, N. das G.; Kaleita5, A.

 

Resumo: A Geoestatística é uma área que inclui uma grande variedade de ferramentas de interpolação, sendo estas chamadas simplesmente de Krigagem. Usada para identificar e mapear padrões espaciais da superfície terrestre, a geoestatística, permite determinar se existe autocorrelação espacial entre dados de pontos que são apresentados por meio de mapas obtidos por krigagem. O processo de krigagem consiste em se combinar os parâmetros do modelo semivariográfico com os dados para produzir uma superfície de predição. Quando um mapa é obtido, as pessoas tendem a aceitá-lo como verdadeiro, assim, o objetivo do trabalho foi comparar mapas interpolados por krigagem em três diferentes softwares (ArcGIS 10.1, ArcGIS 9.3 e R) para a mesma base de dados e mesma configuração analítica. Como resultado, pode-se observar que houve diferença significativa em toda a região de estudo quando foram comparados aos mapas gerados pelo R e  ArcGIS. Porém, entre as versões do ArcGIS percebeu-se diferenças significativas somente nas regiões oeste e sudeste.

Palavras-chave: Geoestatística; autocorrelação; mapas.

 

Abstract: Geostatistics is the one area that includes a wide variety of interpolation tools, which are simply called Kriging. Used to identify and map spatial patterns of land surface, Geostatistics, determines whether there is spatial autocorrelation between data points that are presented by means of maps obtained by kriging. The kriging method is to combine the parameters of the variogram model with the data to produce a prediction surface. When a map is obtained people tend to accept it as true, thus the goal of the study was to compare interpolated maps by kriging in three different software (ArcGIS 10.1, ArcGIS 9.3 and R) to the same database and same analytical configuration. As a result, one can observe a significant difference throughout the study area when comparing the maps generated by the R and ArcGIS. However, between versions of ArcGIS had perceived significant differences only in the west and southeast regions.

Key words: Geostatistics; autocorrelation; maps.

 

1 Doutoranda em Estatística, UFV/DET, Av. Peter Henry Rolfs, s/n, Campus Universitário-Viçosa-MG, lidiane.rosa@ufv.br.
2 Professor Adjunto, UFV/DET, Av. Peter Henry Rolfs, s/n, Campus Universitário-Viçosa-MG, gerson.santos@ufv.br.
3 Doutoranda em Engenharia Civil, UFV/DEC, Av. Peter Henry Rolfs, s/n, Campus Universitário-Viçosa-MG, adrianatrancoso@hotmail.com.
4 Professora Adjunta, UFV/DEC, Av. Peter Henry Rolfs, s/n, Campus Universitário-Viçosa-MG, nilcilene.medeiros@ufv.br.
5 Associate Professor, Iowa State University, Department of Agricultural and Biosystems Engineering, Ames – Iowa - USA, kaleita@iastate.edu.

 

Literatura Citada

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