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O Papel da Hidroginástica na Saúde do Homem Idoso

DOI: http://dx.doi.org/10.18606/2318-1419/amazonia.sci.health.v3n3p3-9

http://ojs.unirg.edu.br/index.php/2/ 

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Eliana Z. P. Farencena1, Marcos G. de Oliveira2, Elizângela S. R. Rodrigues3 & Adriana A. B. Rezende4

 

Resumo: A prática de atividades físicas, em especial a hidroginástica, apresenta-se como uma ferramenta poderosa para o combate aos problemas físicos e biopsicossociais do idoso, porém percebe-se que o homem idoso ainda não encontra-se totalmente inserido nesta perspectiva de busca por uma melhoria na saúde e qualidade de vida. Objetivo: Verificar se os homens idosos ao praticarem as aulas de hidroginástica sofrem algum tipo de preconceito; a opinião dos mesmos sobre por que são poucos os homens que buscam pela prática e saber o que eles pensam sobre a hidroginástica para homens. Materiais e Métodos: Após aprovação do comitê de ética, sob o número 0130/2011, foram investigados seis idosos do sexo masculino, com idade entre 60 e 75 anos, praticantes de hidroginástica no Centro de Vida Saudável do Centro Universitário UnirG, em Gurupi-TO. Foi utilizada entrevista estruturada direta, onde os mesmos foram questionados quanto ao que os seus amigos ou familiares pensam sobre a participação na hidroginástica; quanto a opinião sobre as razões da baixa procura dos homens pela modalidade; e quanto ao que os mesmos pensam sobre hidroginástica para homens. As entrevistas foram gravadas e depois transcritas. Resultados: Os mesmos referiram ser incentivados pelos amigos e familiares. Apontaram como possível causa para a baixa procura pela modalidade os fatores sócio-econômicos e culturais relacionados aos meios sociais. Afirmaram ainda compreender a hidroginástica como prática de atividade física benéfica para saúde e qualidade de vida. Considerações Finais: Observou-se que embora a opinião e adesão do grupo investigado seja positiva, a procura por parte dos homens em relação à hidroginástica ainda é discreta e requer ações efetivas concretas para a inclusão desta modalidade como meio possível de contribuição para melhoria da saúde e qualidade de vida específica para o gênero masculino.

Palavras-chave: Idoso. Masculino. Terapia por Exercício. Ambiente Aquático.

 

Abstract: The practice of physical activities, especially water aerobics presents itself as a powerful tool for combating physical and biopsychosocial problems of the elderly, but it is noticed that the old man yet is fully inserted in the pursuit of perspective by an improvement in health and quality of life. Objective: To determine whether older men to practice the water aerobics classes suffer some form of prejudice; the opinion thereof about why there are few men who seek for practice and know what they think about water aerobics for men. Methods: After approval by the ethics committee, under the number 0130/2011, were investigated six elderly men, aged between 60 and 75 years, water aerobics practitioners in Healthy Life Center at UNIRG University Center in Gurupi-TO. It was used direct structured interview, where they were questioned as to what their friends or family think about participation in water aerobics; as the review of the reasons for low demand of men in the sport; and as to what they think about water aerobics for men. The interviews were recorded and transcribed. Results: They affirmed to be encouraged by friends and family. They pointed out as a possible cause for the low demand by mode socio-economic and cultural factors related to social media. They said further comprise water aerobics as beneficial practice of physical activity to health and quality of life. Final Thoughts: It was observed that although the opinion and membership of the group investigated is positive, the demand from men in relation to water aerobics is still discreet and requires specific effective actions for the inclusion of this modality as a possible means of contributing to improved health and specific quality of life for males.

Key words: Aged. Male. Exercise Therapy. Aquatic Environment.

 

1 Mestre em Ciência da Motricidade Humana/Universidade Castelo Branco-RJ. Profª Adjunto do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: elianafarencena@yahoo.com.br
2 Graduado em Educação Física/ Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: marcosgenuino@hotmail.com
3 Fisioterapeuta. Mestre em Fisioterapia Cardiorrespiratória/UNITRI-MG. Profª. Adjunto II do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: elizangelaunirg@yahoo.com.br
4 Fisioterapeuta. Mestre em Ciência da Motricidade Humana/Universidade Castelo Branco/RJ. Profª Adjunto do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: drikas.arruda@gmail.com

 

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