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Importância da Aferição dos Dados Vitais em Indivíduos Submetidos à Ginástica Laboral

 

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Elizângela S. R. Rodrigues1, Adriana A. B. Rezende2, Rodrigo D. Nunes3, Letícia L. Silva4, Milena A. Cardoso5 & Rodrigo De F. Moreira6

 

Resumo: Introdução: As doenças ocupacionais causam grandes prejuízos. A ginástica laboral (GL) adequa o sistema músculo-esquelético evitando sobrecargas, limitações e perdas e em função de ser uma modalidade de exercício que pode ocasionar adaptações agudas e crônicas, é necessário monitorar os dados vitais. Patologias que ocasionem alterações cardiovasculares podem desencadear respostas anormais ao exercício. Objetivo: Verificar os efeitos agudos e crônicos da ginástica laboral sobre os dados vitais, pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (Fc); bem como avaliar a presença e frequência de dor, níveis de estresse, satisfação e ansiedade. Material e Método: Foi aplicado GL em 10 indivíduos, de 17 a 20 anos, durante oito semanas consecutivas, três vezes/semana, 15 minutos/sessão, com aquecimento, alongamentos e fortalecimentos. No início e fim do programa, foi aplicado um questionário adaptado, segundo modelo preexistente, para avaliar prática de atividade física, patologias, medicamentos, restrição à atividade física, dor, estresse, ansiedade e satisfação. Houve aferição de dados vitais iniciais e finais/sessão. Para análise estatística empregou-se Wilcoxon, para comparar valores iniciais, de PA e Fc, do primeiro e último dia, bem como os valores de PA e Fc, inicial e final/sessão. Para comparar estresse, satisfação, ansiedade e dor, inicial/final, foi utilizado o teste Qui-Quadrado com nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas alterações nos dados vitais e nas demais variáveis. Conclusão: O protocolo de exercícios utilizado não provocou alterações agudas e crônicas nos voluntários. São necessários outros estudos, direcionados a grupos específicos, com mais tempo de duração e maior número de indivíduos, para verificar os efeitos da prática de GL.

Palavras-chave: Fisioterapia. Saúde do trabalhador. Programa de saúde ocupacional. Frequência cardíaca. Pressão arterial.

 

Abstract: Introduction: Occupational diseases cause major losses. The workplace exercises (WE) fits the musculoskeletal system avoiding overloads, limitations and losses and due to be a form of exercise that can cause acute and chronic adaptations, it is necessary to monitor vital data. Pathologies which cause cardiovascular changes may trigger abnormal responses to exercise. Objective: To investigate the acute and chronic effects of workplace exercises on the vital data, blood pressure (BP) and heart rate (HR), and to assess the presence and frequency of pain, stress levels, satisfaction and anxiety. Methods: We applied WE in 10 subjects, 17-20 years old, for eight consecutive weeks, three times / week, 15 minutes / session, with heating, stretching and strengthening. At the beginning and end of the program, a questionnaire was adapted according to preexisting model to assess physical activity, diseases, drugs, restriction of physical activity, pain, stress, anxiety and satisfaction. There benchmarking data vital initial and final / session. For statistical analysis we used Wilcoxon tests to compare baseline values of BP and HR, the first and last day as well as the values of BP and HR, initial and final / session. To compare stress, satisfaction, anxiety and pain, start / end, we used the chi-square test with a significance level of 5%. Results: There were no changes in vital signs and the other variables. Conclusion: The exercise protocol used did not cause acute and chronic changes in the volunteers. Further studies are needed, targeted at specific groups, with longer duration and higher number of individuals, to check the effects of the practice of WE.

Key words: Physiotherapy. Health worker. Occupational health program. Heart rate. Blood pressure.

 

1 Fisioterapeuta. Mestre em Fisioterapia Cardiorrespiratória/UNITRI-MG. Profª. Adjunto II do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: elizangelaunirg@yahoo.com.br
2 Fisioterapeuta. Mestre em Ciência da Motricidade Humana/Universidade Castelo Branco/RJ. Profª. Adjunto do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: drikas.arruda@gmail.com
3 Fisioterapeuta. Mestre em Ciências da Saúde/Universidade Federal de Goiás/GO. Profº.Adjunto do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: rodrigodisconzi@yahoo.com.br
4 Fisioterapeuta. Graduada no Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: leticiamaismais@yahoo.com.br
5 Fisioterapeuta. Graduada no Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: millenacardoso@hotmail.com
6 Biólogo. Especialista em Botânica/UFLA/MG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: rodrigofmoreira@yahoo.com.br