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Ocorrência de Plantas Medicinais e Tóxicas em Residências de Escolares e seu Impacto sobre a Saúde

 

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Rodrigo de F. Moreira1, Elizângela S. R. Rodrigues2, Adriana A. B. Rezende3 & Valéria E. G. Rodrigues4

 

Resumo: Introdução: O uso doméstico de plantas para fins terapêuticos é amplamente utilizado nas diferentes sociedades. Entretanto, o uso indiscriminado de plantas medicinais representa riscos à saúde, como a possível ingestão de plantas tóxicas, associada ao pouco conhecimento específico. Objetivo: Verificar a prevalência de plantas medicinais e tóxicas presentes em residências de escolares. Material e Método: Foram investigadas sete quintas séries da Escola Municipal Professor Eurico Silva, em Uberlândia-MG. O presente estudo foi realizado em três momentos. No primeiro foram ministradas aulas informativas. No segundo momento, os alunos realizaram as coletas das plantas utilizadas como medicinais e das reconhecidas como tóxicas presentes em suas residências. E no terceiro momento, os alunos, preencheram formulários contendo dados específicos dos espécimes amostrados, desde nome até indicações e efeitos. Os formulários foram disponibilizados para consulta na biblioteca da Escola. Resultados: Participaram do estudo 193 alunos. Foram coletados 127 amostras. Foram detectadas 110 (86,6%) espécimes de plantas medicinais e 17 (13,4%) tóxicas. Das 127 amostras, foram encontradas 46 espécies, sendo 42 (91,3%) medicinais, três (6,5%) tóxicas e um (2,2%) de caráter misto. Conclusão: Verificou-se que, nas residências dos escolares conserva-se a tradição de utilizar plantas com fins terapêuticos, embora sem esclarecimento adequado. O presente trabalho colaborou para um maior esclarecimento quanto à forma de utilização das plantas medicinais, bem como para as periculosidades das plantas tóxicas, e ainda para um maior conhecimento sobre a identificação e classificação de plantas utilizadas como fitoterápicos.

Palavras-chave: Plantas tóxicas. Plantas medicinais. Estudantes. Nível de saúde.

 

Abstract: Introduction: The domestic use of plants for therapeutic purposes is widely used in different societies. However, the indiscriminate use of medicinal plants poses health risks such as the possible ingestion of toxic plants, associated with little specific knowledge. Objective: To investigate the prevalence of medicinal and toxic plants found in the homes of students. Methods: We surveyed seven fifths series of Municipal School Professor Eurico Silva in Uberlândia-MG. The present study was conducted in three stages. In the first information sessions were held. In the second phase, students samples were collected from plants used in traditional medicine known to be toxic and present in their homes. And the third time, the students filled out forms containing specific data sampled specimens from name until indications and effects. The forms were made available for inspection at the school library. Results: The study included 193 students. 127 samples were collected. 110 (86.6%) specimens of toxic medicinal plants and 17 (13.4%) were detected. Of the 127 samples, 46 species were found, 42 (91.3%) medicinal, three (6.5%) and toxic (2.2%) of mixed character. Conclusion: It was found that, in the homes of school retains the tradition of using plants for therapeutic purposes, although without proper clarification. This work helped to further clarify how to use medicinal plants as well as to the health hazards of toxic plants, and even to a greater knowledge about the identification and classification of plants used as herbal medicines.

Key words: Toxic Plants. Medicinal plants. Students. Level of health.

 

1 Biólogo. Especialista em Botânica/UFLA-MG. Autônomo. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: rodrigofmoreira@yahoo.com.br
2 Fisioterapeuta. Mestre em Fisioterapia Cardiorrespiratória/UNITRI-MG. Profª. Adjunto II do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: elizangelaunirg@yahoo.com.br
3 Fisioterapeuta. Mestre em Ciência da Motricidade Humana/Universidade Castelo Branco/RJ. Professora Adjunto do Centro Universitário UNIRG. Gurupi (TO), Brasil. E-mail: drikas.arruda@gmail.com
4 Bióloga. Doutora em Engenharia Florestal. Profª. do Departamento de Biologia/DBI Universidade Federal de Lavras/UFLA. Lavras (MG), Brasil. E-mail: valeriaegr252@hotmail.com